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Queijo feito na roça é patrimônio cultural
É nas margens dos cursos d>água localizados na serra da Canastra que ficam sete municípios destacados pela produção artesanal do símbolo da região: o queijo. São Roque de Minas, Bambuí, Delfinópolis, Medeiros, Piumhi, Vargem Bonita e Tapiraí integram o circuito envolvendo o trabalho de 800 famílias. Elas mantêm viva uma tradição secular. A região atrai a atenção de visitantes de todas as partes [...]. Agora, com selo de origem, a marca só pode ser usada pelas propriedades dos sete municípios. O universo da produção local da iguaria inspira histórias contadas à beira do fogão. A oralidade é o canal de comunicação entre gerações, e os costumes regionais são passados de pai para filho.
Disponível em: https://diariodeuberlandia.com.br/noticia/13832/forca-da-natureza-e-de-sabores. Acesso em: 31 out. 2022.
O texto destaca que o queijo da serra da Canastra é patrimônio cultural e tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), valorizando a cultura mineira.
Sobre esse tema, é correto afirmar:
A iguaria mineira representa um patrimônio natural, que merece ser reconhecido internacionalmente pelo seu sabor.
O queijo feito na Serra da Canastra é um patrimônio imaterial que diz respeito às práticas da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer.
O IPHAN tombou o queijo mineiro como patrimônio material por ele representar um produto de valor econômico e que é responsável pelo sustento de famílias do país.
Cultura material e imaterial são dois tipos de patrimônio que expressam características de determinada região; por isso, o queijo de Canastra recebeu as duas classificações.