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No dia 8 de agosto de 2019, um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) alertou que o mundo precisa consumir menos carne de origem animal. Isso para combater o aquecimento global e também para melhorar os solos, evitando desertificação e a perdas na produção de alimentos. A ciência trabalha em alternativas para substituir a carne de origem animal. Entre elas, carnes à base de plantas, chamadas de plant-based, ou de células de animais, conhecidas como cell-based. Essa última é produzida em laboratório, a partir de células-tronco retiradas do músculo bovino.
(Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimasnoticias/deutschewelle/2019/08/08/mudanca-climatica-ameacaproducao-de-alimentos-alerta-onu.htm.)
Um dos fatores que explica essa relação intrínseca entre o consumo de produtos de origem animal e o aquecimento global é:
A proporcionalidade entre a produção animal e a produção vegetal, ambas responsáveis diretas pela alta taxa de CO² e O³ no planeta.
O fato de que cada boi ou vaca produz de 250 a 500 litros de metano por dia (o gás é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa).
A forma como tais alimentos precisam ser preparados, utilizando temperaturas altas de cozimento, que, necessariamente, alteram a temperatura do ambiente.
Que o consumo desse tipo de alimento (origem animal) é uma causa antropogênica do aquecimento, enquanto as demais causas não podem ser classificadas assim.