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As agências de notícias internacionais informaram que após sucessivos aumentos da produção no ano passado, a Arábia Saudita e outros países produtores de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) informaram, neste domingo (2), cortes voluntários na produção do óleo. O cartel deve reduzir cerca de 1,15 milhão de barril por dia (bdp) até o final de maio.
(seudinheiro. Disponível em https://shre.ink/kNA4. Acesso em 03.03.23. Adaptado)
O anúncio não agradou
aos Estados Unidos, porque é um dos países que mais pressionam pelo aumento da oferta da Opep+ para conter a disparada de preços, sobretudo de energia, com impacto na inflação americana.
à Rússia, que precisará produzir mais petróleo para abastecer os veículos de guerra que atuam em território ucraniano e deixará de vender combustível que gera os fundos necessários para a manutenção da guerra.
ao Mercosul, porque os países que o compõem não são produtores de petróleo e, como consequência do aumento do preço, deverão desviar recursos orçamentários da saúde, educação e habitação para adquirir o combustível.
aos países da comunidade europeia que necessitam do petróleo para abastecer os aquecedores residenciais no período compreendido entre os meses de maio e agosto.
à Venezuela que, segundo Nicolas Maduro, com a retomada de venda de petróleo aos Estado Unidos, estava obtendo recursos para suprir as necessidades da população e apoio para concorrer a um novo mandato.