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A figura mostra uma série histórica, a partir de 1950, de dados do Índice de Padronização da Precipitação-Evapotranspiração (SPEI, da sigla em inglês) para a Região Sudeste do Brasil. Os ciclos úmidos, definidos a cada 12 meses, consideram valores positivos maiores que 0,5; normais entre 0,5 e -0,5; e secos valores menores que -0,5.

Fonte: https://www.gov.br/mcti/
Com base nessas informações e em seus conhecimentos, é correto afirmar que:
As grandes secas na região nas décadas de 1960 e 1970, em contraste com o excesso de pluviosidade dos anos 1980 mostram o caráter cíclico das mudanças climáticas.
A crise hídrica vivenciada na região na década de 2010 não é explicada através do SPEI negativo, tendo, provavelmente, origem em outra região do país.
A variação periódica entre SPEI positivo e negativo a cada década na região sudeste do Brasil desmente o modelo de aquecimento global proposto atualmente.
A crise hídrica na região sudeste foi atenuada a partir da década de 2000, com o SPEI se tornando mais positivo, como consequência do menor aquecimento global.
A partir da metade da década de 1980, os períodos de seca na região sudeste passam a predominar, movimento que foi acentuado na década de 2010.