

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O G5, um informal clube das grandes economias ditas
emergentes (Brasil, China, Índia, África do Sul e México), que
somam 42% da população e 12% da economia mundial, está
ensaiando deixar de ser o convidado de pedra do mundo rico nas
cúpulas do G8. O G5 começou a estudar a hipótese de se reunir
meses antes das cúpulas do G8, exatamente para dar tempo de
preparar posições conjuntas e fazê-las chegar aos ricos na
esperança de influenciar suas tomadas de decisão.
Na prática, o que se está vendo é uma coreografia de
poder na governança global. Líderes como Sarkozy já
perceberam o óbvio: não adianta tomar decisões que não
comprometam pelo menos China e Índia, com suas enormes
populações. Mas a engrenagem mundial move-se lentamente,
muito mais lentamente do que as crises. Pior: fica adiada
indefinidamente a hipótese de uma ação coordenada entre esses
13 países para enfrentar o desafio do presente (a disparada de
preços do petróleo e dos alimentos) e o do futuro (o aquecimento global).
Clóvis Rossi. As baleias se movem. Devagar. In:Folha de S.Paulo, 9/7/2008, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema por ele focalizado, além de aspectos marcantes do mundo contemporâneo, julgue os itens que se seguem.
Infere-se do texto que os países emergentes integram as reuniões de cúpula dos países mais ricos do mundo em igualdade de condições, ou seja, exercem vigorosa influência na tomada de decisão por parte dos integrantes do G8.