Imagem de fundo

Corte Internacional conclui que as mudanças climáticas são...

Corte Internacional conclui que as mudanças climáticas são ‘ameaça existencial’; entenda por que a decisão é histórica


Tribunal das Nações Unidas cita pela primeira vez as mudanças climáticas como ameaça à vida humana. Iniciativa pode determinar o curso das futuras ações climáticas em todo o mundo


A Corte Internacional de Justiça (CIJ) declarou que a mudança climática é uma “ameaça urgente e existencial”, em um parecer consultivo sobre as obrigações legais e a responsabilidade econômica dos Estados. A decisão da CIJ é considerada histórica porque o parecer consultivo pode influenciar a jurisprudência mundial: muitos especialistas acreditam que a opinião dos magistrados pode marcar uma virada nos litígios climáticos em todo o mundo. A estimativa é de que existam mais de 3 mil ações em mais de 60 países. A CIJ é a mais alta corte das Nações Unidas (ONU). Ela também é conhecida como Tribunal Internacional de Justiça ou Tribunal Mundial.


(Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia. Acesso em: julho de 2025.)


O desenvolvimento sustentável é uma pauta em discussão constante diante dos avanços da crise climática. Porém, o reconhecimento internacional do estado de emergência climática global enquanto ameaça existencial demonstra a possibilidade de:


A

União entre as nações para repensar padrões de consumo que se tornaram insustentáveis para o planeta, rumo à cooperação internacional pela preservação da vida, através de acordos diplomáticos em torno da causa ambiental.


B

Análise da conjuntura econômica internacional, para que os países mais desenvolvidos sejam beneficiados com as medidas de proteção ambiental, enquanto os países emergentes se organizam para lidar com os frutos da crise climática apenas em seu território.


C

Que as jurisprudências internacionais de preservação ambiental sejam revistas, pois os países que não se sentirem diretamente responsáveis pelo estado de crise climática global, devem poder se isentar das responsabilidades com o desenvolvimento sustentável.


D

Colaboração mútua entre diferentes nações, em prol da instituição de políticas internacionais pela preservação da vida, compreendendo o aquecimento global e a crise climática como teorias conspiratórias, que apenas tentam barrar o desenvolvimento econômico dos países em destaque global.