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Nos últimos quatro anos, a indústria cinematográfica brasileira e mundial passou por transformações profundas, aceleradas pela pandemia de COVID-19. Além da reabertura das salas de cinema, o debate cultural no Brasil foi marcado pela reestruturação de políticas de fomento e pela ascensão de novos formatos. Nesse contexto, qual foi o principal vetor de mudança na forma como o público brasileiro consome produções audiovisuais, impactando diretamente o financiamento e a distribuição de filmes nacionais?
O fortalecimento exclusivo das leis municipais de incentivo à cultura, que substituíram completamente o financiamento federal.
O aumento exponencial do consumo de mídias físicas (DVD e Blu-ray) como resposta nostálgica à digitalização.
A consolidação dos serviços de streaming (como Netflix, Globoplay, Prime Video), que passaram a ser grandes produtores e distribuidores de conteúdo nacional, gerando novos debates sobre regulação e impostos.
O financiamento exclusivo de produções nacionais por festivais de cinema internacionais, tornando o mercado interno irrelevante.