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Com a construção do Açude Epitácio Pessoa, realizada pelo DNOCS entre 1951 e 1956, teve início o primeiro processo de reterritorialização, caracterizado pela formação de novas relações territoriais no espaço. Nessa dinâmica, os atores envolvidos podem ser classificados como internos e externos.
Os atores internos nessa dinâmica territorial são aqueles:
Compreendidos por agricultores, irrigantes, trabalhadores assalariados e temporários, pescadores, criadores de animais, donos de bares, restaurantes, áreas de lazer e suas associações, além das prefeituras dos municípios próximos à bacia do açude.
Representados exclusivamente por órgãos estaduais e federais responsáveis pela fiscalização ambiental e fornecimento de água.
Formados apenas por agricultores e irrigantes, juntamente com entidades sindicais e cooperativas de trabalhadores rurais, sem participação do poder público municipal.
Restritos aos consumidores de água do município de Campina Grande, por ser o maior usuário do Açude Epitácio Pessoa.
Restritos apenas a órgãos municipais, estaduais e federais que atuam na gestão dos recursos hídricos.