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A incorporação de diretrizes sustentáveis em setores estratégicos tem impulsionado transformações estruturais na economia brasileira, especialmente em atividades dependentes de inovação e de reconfiguração de matrizes produtivas. A coexistência entre cadeias intensivas em recursos naturais e setores emergentes baseados em tecnologias limpas evidencia tensões sobre competitividade, financiamento e inclusão social. Em um cenário global que pressiona por metas ambientais mais ambiciosas, o país enfrenta o desafio de alinhar crescimento econômico, proteção ecológica e justiça social sem comprometer sua capacidade produtiva. Considerando esse panorama, qual interpretação explica o principal entrave para estruturar uma transição sustentável robusta no Brasil?
A dificuldade de integrar políticas industriais, ambientais e sociais, garantindo coerência entre inovação verde e desenvolvimento inclusivo.
O predomínio exclusivo de setores de alta tecnologia, que dispensa ajustes nas cadeias tradicionais.
A neutralidade institucional na formulação de políticas ambientais, que reduz a necessidade de articulação federativa.
A adoção automática de padrões internacionais, suficientes por si só para assegurar sustentabilidade sem adaptações internas.