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O processo de urbanização no Brasil intensificou-se nas últimas décadas, trazendo desafios significativos para as políticas públicas. Dados recentes indicam que a população residente em favelas praticamente dobrou desde 2010, evidenciando dificuldades no acesso à moradia digna. Paralelamente, observa-se um fenômeno aparentemente contraditório: o número de imóveis residenciais desocupados no país supera significativamente o déficit habitacional. Considerando essa problemática, é correto afirmar que:
A existência de imóveis desocupados em quantidade superior ao déficit habitacional indica que o problema se restringe à distribuição geográfica das moradias disponíveis.
O déficit habitacional distribui-se de forma equilibrada entre áreas urbanas e rurais, refletindo a proporção da população brasileira em cada contexto territorial.
O crescimento da população em favelas resulta da migração rural-urbana recente, que intensificou a demanda por moradias nas periferias das grandes cidades.
O déficit habitacional brasileiro decorre da insuficiência de unidades residenciais construídas, sendo a produção de novos imóveis a solução prioritária para o problema.
O déficit habitacional brasileiro concentra-se majoritariamente em áreas urbanas e tem como principal componente o comprometimento excessivo da renda familiar com o pagamento de aluguel.