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Leia o texto a seguir.
Vilaboenses céticos quanto ao processo de patrimonialização e mercantilização da cultura e do patrimônio locais existiram desde o princípio das ações do IPHAN (SPHAN).
TAMASO, Izabela. Em nome do patrimônio: representações e apropriações da cultura na cidade de Goiás. 2007. 787 f. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Brasília, Brasília, 2007. p. 25.
A partir da década de 1950, o SPHAN iniciou o processo de patrimonialização da Cidade de Goiás, o que gerou reações de parte da população e da imprensa. O principal argumento da resistência inicial ao tombamento era
o entendimento de que o tombamento era sinônimo de demolição.
a percepção de que a preservação era antagônica ao progresso.
a crítica ao foco na arquitetura colonial.
a resistência ao governo federal.