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No mundo globalizado, a padronização e o cosmopolitismo alimentar, promovidos pelo mercado, muitas vezes, se chocam com as raízes histórico-geográficas locais. Diante desse contexto de globalização, como as comunidades tradicionais utilizam suas identidades (festas, saberes, modos de vida rural)?
Deixam de lado suas tradições para assimilar as tendências cosmopolitas, entendendo que o hibridismo extingue a violência das relações de poder.
Tais práticas atuam como mecanismos ativistas de resistência e afirmação identitária, opondo-se à homogeneização promovida pela ideologia neoliberal e pelo grande capital.
Promovem um distanciamento do consumo tecnológico, formando comunidades que não interagem politicamente com o resto da sociedade contemporânea.
Reproduzem os discursos hegemônicos de intolerância, adotando posturas etnocêntricas para eliminar a diversidade dentro de seus próprios limites geográficos.


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