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“No Rio Grande do Norte, o Centro de Direitos Humanos e Memória Popular (CDHMP), em parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no RN (ACNUR), têm um trabalho de assistência social, integrando os refugiados no novo local de moradia. ‘A ênfase é promover ações na área de Educação, Saúde e Acesso ao Emprego e Renda’, disse Aluízio Matias, presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos. O estado abriga cerca de 22 refugiados, cuja maioria está fugindo de países da América Latina em situação de conflito. Os refugiados no Rio Grande do Norte, assim como em outras partes do mundo, estão sob o mandato do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados que desenvolve um grande trabalho de assistência humanitária.”
(Disponível em: http://www2.uol.com.br/omossoroense/300706/conteudo/cotidiano9.htm.)
Sobre a situação dos refugiados, de uma maneira geral, é correto afirmar que:
O contingente total de refugiados do estado do Rio Grande do Norte é de sírios, expulsos por guerras civis, perseguições políticas, ideológicas e religiosas, violências étnicas e tribais.
Todos os refugiados chegam ao Brasil por conta própria e em nosso país, por conta de nossa política alfandegária democrática, não enfrentam obstáculos para a integração na nova sociedade.
O Rio Grande do Norte é hoje o único estado brasileiro que recebe refugiados em programas de reassentamento, participando ativamente da implementação da política nacional sobre o refúgio.
Eles fogem, entre outras razões, devido às perseguições por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas e por não encontrarem condições de sobreviver em seu próprio país.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente o mundo está passando por uma das maiores crises humanitárias do século. A crise dos refugiados já provocou a migração de mais de 65,6 milhões de pessoas, que foram obrigadas a deixar suas casas, fugindo de conflitos e guerras. A maior parte dessa população é proveniente
da América do Sul.
da América do Norte.
dos Estados Unidos da América.
do Canadá.
da África e do Oriente Médio.
Acerca dos refugiados e migrantes, analise as afirmativas a seguir.
I. De acordo com a Convenção de 1951 sobre o refúgio da ONU é considerada refugiada qualquer pessoa que “temendo ser perseguida por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, encontra-se fora do país de sua nacionalidade e que não pode ou, em virtude desse temor, não quer se valer da proteção desse país, ou que, se não tem nacionalidade, se encontra fora do país no qual tinha sua residência habitual em consequência de tais acontecimentos, não pode, ou, em razão do referido temor, não quer voltar a ele”.
II. Aqueles que fogem da miséria, da fome e da falta de perspectivas não fazem parte desse grupo citado no item I e, infelizmente, constituem a maioria dos imigrantes.
Acerca das afirmativas anteriores, assinale a alternativa correta.
Tanto a afirmativa I, quanto a II tratam de refugiados.
A afirmativa I trata de migrantes não refugiados, enquanto a II trata de refugiados.
Pessoas que migram por questões da miséria, fome e falta de perspectivas podem ser consideradas refugiadas.
A interpretação da Convenção é restritiva e só devem receber o status de refugiados as pessoas que se enquadram nas condições descritas na afirmativa I.
Leia a reportagem de O Globo em 06.09.2015.
De acordo com números divulgados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), durante o ano de 2015, milhares de pessoas fugiram de seu lugar de origem e se dirigiram para a Europa. Um país europeu, em especial, destacou-se porque recebeu o maior número de pedidos de asilo, após o aval de sua dirigente Angela Merkel.
(http://glo.bo/1hMUJC3. Adaptado)
O país citado na reportagem é
o Reino Unido.
a Alemanha.
a Espanha.
a França.
Portugal.
Se uma tragédia social e política, entre tantas que se multiplicaram pelo planeta, tem o poder de explicitar, por si só, a crise civilizatória que hoje ameaça a humanidade em seu conjunto, seguramente a saga dos refugiados é uma forte candidata ao posto. Segundo a ONU, em 2014, eles somavam cerca de 50 milhões, entre “internos” [...] e “externos”. [...] Mesmo um olhar rápido apenas sobre os conflitos mais recentes detecta um quadro aterrador [...].
ARBEX Jr, J. Refugiados são o retrato do capital. Revista Caros Amigos, São Paulo: Caros Amigos Ltda, ano XIX, n. 219, jun. 2015, p.10.
Para a situação apresentada no texto acima, alguns países têm, na principal causa, uma associação com:
I - fatores de ordem étnica ou religiosa;
II - conflito entre o narcotráfico e o exército ou tropas paramilitares;
III - extrema pobreza agravada por desastres naturais.
Os seguintes países exemplificam, respectivamente, as condições retratadas em I, II e III:
Iraque, China e Síria
Nigéria, México e Líbia
Sudão, Colômbia e Haiti
Afeganistão, Haiti e Nigéria
México, Síria e Bangladesh