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O cálculo do déficit habitacional no Brasil, adotado oficialmente pelo Ministério das Cidades, considera múltiplos componentes que expressam diferentes dimensões da inadequação habitacional. A análise desses dados revela não apenas a magnitude do problema, mas também suas especificidades regionais e os fatores que mais contribuem para sua composição. Considerando a metodologia e os resultados dos estudos sobre déficit habitacional, é correto afirmar que:
A região Sudeste apresenta o déficit habitacional mais grave do país, tanto em números absolutos quanto em proporção ao total de domicílios existentes.
O déficit habitacional considera habitações precárias, coabitação familiar e ônus excessivo com aluguel, sendo a região Norte a que apresenta a situação mais grave em termos relativos, apesar de não liderar em números absolutos.
O ônus excessivo com aluguel é considerado no cálculo do déficit independentemente da faixa de renda familiar, abrangendo todas as famílias que destinam parcela significativa de seus rendimentos à moradia.
A metodologia de cálculo do déficit habitacional restringe-se à contagem de famílias sem moradia própria, desconsiderando condições de habitabilidade e comprometimento de renda.
A coabitação familiar constitui o principal componente do déficit habitacional brasileiro, superando as demais categorias em todas as regiões do país.
Em julho de 2025, a ONU anunciou que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome, ferramenta que monitora a insegurança alimentar no mundo. Essa foi a segunda vez que o país alcançou essa condição, tendo saído pela primeira vez em 2014. Sobre o Mapa da Fome e a situação brasileira, é correto afirmar que:
A saída do Brasil ocorreu pela erradicação completa da fome no território nacional, conforme critério estabelecido pela ONU para retirada do mapa.
O Brasil permaneceu fora do Mapa da Fome desde 2014, quando alcançou pela primeira vez o patamar exigido pela ONU para essa condição.
A inclusão no Mapa da Fome depende da renda per capita do país e o Brasil foi retirado por ter atingido o status de economia desenvolvida.
O Brasil saiu do Mapa da Fome por ter menos de 2,5% da população em situação de subnutrição, resultado de políticas de redução da pobreza e apoio à agricultura familiar.
O Mapa da Fome monitora a produção agrícola dos países e o Brasil saiu por ter aumentado a exportação de alimentos para o mercado internacional.
Considerando os indicadores sociais e de distribuição de renda no país, segundo dados oficiais recentes, o Brasil:
registra aumento significativo da desigualdade de renda, atingindo os piores indicadores de sua história.
registra tendência de redução gradual da desigualdade de renda, embora ainda mantenha níveis elevados de concentração.
alcançou distribuição equitativa de renda, eliminando completamente a desigualdade socioeconômica nacional.
mantém indicadores de desigualdade estáveis, sem alterações significativas nas últimas décadas.
concentra exclusivamente no Nordeste os problemas de desigualdade, com distribuição equilibrada nas demais regiões.
O Brasil enfrenta desafios relacionados à proteção de grupos em situação de vulnerabilidade. Atualmente, mais de 35 mil crianças e adolescentes estão em instituições de acolhimento devido a maus-tratos, abandono ou violência. Paralelamente, o envelhecimento populacional acelerado (expectativa de vida passou de 57 anos em 1970 para 77 anos atualmente) demanda políticas que promovam autonomia e convivência social de pessoas idosas. Considerando o papel de educadores no trabalho com esses públicos, é correto afirmar que:
O acolhimento institucional de crianças resulta prioritariamente em adoção em até 2 anos de institucionalização, enquanto o envelhecimento populacional requer adaptação de espaços urbanos exclusivamente para pessoas com dependência total e cuidados médicos especializados.
O acolhimento institucional de crianças suspende temporariamente a frequência escolar durante processos judiciais, enquanto o envelhecimento populacional demanda políticas habitacionais voltadas para institucionalização crescente e atividades físicas limitadas para evitar riscos.
O acolhimento institucional de crianças é medida provisória que busca reintegração familiar e garante direito à convivência comunitária através de atividades educativas, enquanto o envelhecimento ativo requer espaços de convivência que promovam autonomia, interação social e participação em atividades físicas, culturais e tecnológicas.
O acolhimento institucional de crianças é solução definitiva que prioriza permanência em instituições até a maioridade, enquanto o envelhecimento populacional exige priorização de cuidados institucionais permanentes e atividades recreativas supervisionadas por profissionais de saúde.
O acolhimento institucional de crianças constitui a única modalidade de proteção legal prevista para crianças vulneráveis, enquanto o envelhecimento populacional implica em isolamento progressivo das pessoas idosas e priorização de recursos públicos para faixas etárias mais jovens.
Desenvolvimento humano é o processo de ampliação das liberdades das pessoas, com relação às suas capacidades e às oportunidades a seu dispor, para que elas possam escolher a vida que desejam ter. O IDH reúne três dos requisitos mais importantes para a expansão das liberdades das pessoas: a oportunidade de se levar uma vida longa e saudável – saúde –, de ter acesso ao conhecimento – educação –, e de poder desfrutar de um padrão de vida digno – renda.
No Município de Brejo do Cruz, em 2010, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), foi:
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pb/brejo-do-cruz/panorama7
0,597
0,481
0,576
0,579
As desigualdades sociais no Brasil se manifestam de diversas formas, incluindo a violência letal que atinge de maneira desigual diferentes grupos da população. Pesquisas recentes têm analisado as mortes por causas externas, ou seja, aquelas não provocadas por doenças ou condições naturais, como agressões e acidentes. Os estudos apontam que os jovens negros, especialmente homens de 15 a 29 anos, são os mais afetados por esse tipo de violência. Considerando os debates sobre as causas desse cenário, assinale a alternativa correta:
A violência contra jovens negros é um fenômeno recente, surgido nas últimas duas décadas com a urbanização acelerada.
O racismo estrutural é apontado como fator central para compreender a violência que atinge a juventude negra no Brasil.
Os índices de violência contra jovens são equivalentes entre os diferentes grupos raciais nas grandes cidades brasileiras.
A vulnerabilidade da juventude negra está relacionada a fatores individuais, independendo de questões históricas e sociais.
O perfil das vítimas de violência letal no Brasil é homogêneo, não havendo diferenças significativas entre grupos sociais.
No início da década de 1990, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para verificar o nível de desenvolvimento de um país utilizando-se de indicadores de desempenho. O novo indicador pautou-se em uma ideia de “desenvolvimento humano” entendida como processo de ampliação das liberdades das pessoas com relação às suas capacidades e oportunidades.
Adaptado de Dalberto, Cassiano & Ervilha, Gabriel & Bohn, Liana & Gomes, Adriano. (2015). “Índice de desenvolvimento humano eficiente: uma mensuração alternativa do bem-estar das nações”. Pesquisa e planejamento econômico. 45.
É correto afirma que o IDH
coloca as pessoas no centro da análise do bem-estar, somando à renda per capita as variáveis do crescimento econômico com impacto social, como a taxa de inflação e os indicadores de confiança do consumidor.
mensura o atendimento de necessidades humanas básicas entre as populações mais pobres do mundo, combinando dados de mortalidade infantil, expectativa de vida ao nascer e nível de alfabetização.
mede os progressos registrados, em média, num determinado país, em dimensões básicas do desenvolvimento humano, como uma vida longa e saudável, o nível de conhecimento e o nível de vida digno.
calcula o bem-estar humano agregado considerando a renda nacional, usualmente expressa pelo produto interno bruto (PIB) per capita ou pelo produto nacional bruto (PNB) per capita.
valora a qualidade de vida ao registrar as transações monetárias voltadas para educação, saúde, lazer e cultura, considerando também a distribuição de renda da sociedade, entre outras variáveis.
Observe a imagem a seguir e sua descrição.

(Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-federal/imagens-mostram-numero-desigual-de-arvores-em-bairros-ricos-e-pobres-do-df)
Em 2023, uma imagem amplamente compartilhada nas redes sociais comparava as áreas arborizadas de duas regiões de Brasília. À esquerda, aparecia Sol Nascente, uma favela com pouca ou nenhuma cobertura vegetal; à direita, o Lago Sul, bairro de alto padrão, que se destacava pela abundância de áreas verdes.
Com base na descrição da imagem feita no parágrafo anterior, analise as afirmativas a seguir sobre a segregação socioeconômica no Brasil, considerando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
( ) Trata-se de uma forma de injustiça social, pois promove a separação socioespacial de determinados grupos e viola os direitos humanos ao restringir seu acesso ao saneamento básico, às áreas verdes e à moradia digna.
( ) Trata-se do resultado de políticas públicas, que, mesmo diante das evidências de que a degradação ambiental atinge todos os espaços urbanos de forma indiscriminada, negligenciam a responsabilidade de mitigar seus impactos.
( ) Trata-se de um fenômeno social que se manifesta na organização do espaço urbano, reproduzindo e intensificando desigualdades, além de impactar negativamente as condições de saúde e a qualidade de vida de populações mais vulneráveis.
A sequência correta é:
V, V, F;
V, F, V;
F, F, V;
F, V, F;
V, V, V.
O Brasil saiu do mapa da fome da ONU em 2024, porém ainda enfrenta o problema da insegurança alimentar. Especialistas explicam que há uma diferença importante entre esses dois conceitos. Enquanto o mapa da fome indica se há comida suficiente no país, a insegurança alimentar revela:
A quantidade de calorias consumidas pela população em geral.
Quanto o governo investe anualmente na produção agrícola nacional.
Como os alimentos são distribuídos entre os supermercados do país.
Quais produtos alimentícios são mais consumidos em cada região.
Quem, de fato, consegue ter acesso aos alimentos disponíveis.
A respeito do índice de Desenvolvimento Humano (IDH), analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) tornou-se um parâmetro essencial para analisar o panorama social das cidades brasileiras. Baseando-se em critérios como expectativa de vida, escolaridade e renda média da população, o IDH oferece um retrato amplo das condições urbanas, auxiliando órgãos governamentais e privados no direcionamento de iniciativas e políticas públicas
A dimensão saúde é avaliada pela expectativa de vida ao nascer, a dimensão educação é medida pela média de anos de escolaridade para adultos com 25 anos ou mais e pela expectativa de anos de escolaridade para crianças em idade de ingresso na escola. A dimensão padrão de vida é medida pela renda nacional bruta per capita.
O IDH simplifica e captura apenas parte do que o desenvolvimento humano envolve. Não reflete desigualdades, pobreza, segurança humana, empoderamento, etc. O IDH fornece outros índices compostos como uma representação mais ampla de algumas das principais questões de desenvolvimento humano, desigualdade, disparidade de gênero e pobreza.
O IDH foi criado para enfatizar que as pessoas e suas capacidades devem ser o critério final para avaliar o desenvolvimento de um país, sendo o crescimento econômico o fator de maior relevância desse indicador.
Em grandes cidades brasileiras, o aumento do custo de vida tem prejudicado diretamente as famílias de baixa renda, especialmente em relação à alimentação e transporte. Qual ação governamental pode contribuir para reduzir os efeitos desse problema?
Subsídios e incentivos para transporte público e programas de segurança alimentar.
Incentivo ao consumo de produtos estrangeiros em detrimento da produção local.
Redução de impostos sobre concessionárias e restaurantes.
Expansão de áreas urbanas para trazer mais pessoas para as regiões desenvolvidas.
A segurança alimentar é garantida quando a população tem acesso regular e permanente a alimentos de qualidade. Qual política pública brasileira teve papel fundamental na redução da fome entre 2003 e 2014?
Fome Zero.
Lei Rouanet.
Programa Nacional de Imunização.
Reforma Trabalhista.
A Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza foi relançada em 2024 com o apoio do Brasil e de diversos países e organizações internacionais. Essa iniciativa busca promover ações coordenadas para o combate à insegurança alimentar e às desigualdades sociais, especialmente em regiões vulneráveis. Qual das alternativas a seguir expressa corretamente um dos objetivos centrais dessa aliança?
Eliminar os subsídios agrícolas nos países desenvolvidos para favorecer a importação daqueles sem potencial produtivo.
Criar uma moeda única entre os países membros para facilitar a importação de alimentos.
Estabelecer um mercado comum entre países da América Latina para importação e exportação de produtos da indústria alimentícia.
Criar uma força tarefa global com o objetivo distribuir a produção de alimentos excedente em certos países, de forma igualitária entre aqueles onde a produção é insuficiente.
Agilizar o empenho internacional para acabar com a fome e a pobreza até 2030.
Leia o trecho a seguir.
Mede o grau de desigualdade existente na distribuição de indivíduos segundo a renda domiciliar per capita. Seu valor varia de 0, quando não há desigualdade (a renda domiciliar per capita de todos os indivíduos tem o mesmo valor), a 1, quando a desigualdade é máxima (apenas um indivíduo detém toda a renda). O universo de indivíduos é limitado àqueles que vivem em domicílios particulares permanentes.
Com base na descrição, assinale o indicador ao qual o trecho se refere.
Índice de Gini.
Índice de Theil – L.
Proporção de vulneráveis à pobreza.
Produto Interno Bruto (PIB) per capita.
Índice de Pobreza Multidimensional (IPM).
“Segundo levantamento do IBGE, entre 2004 e 2013, o Brasil apresentou avanços na segurança alimentar, com redução nos níveis de insegurança. No entanto, a partir de 2013, os índices voltaram a crescer, atingindo seu pico em 2022. Em 2023, houve uma leve melhora, mas a insegurança alimentar — leve, moderada ou grave — ainda afeta uma parcela expressiva da população.”
(Fonte: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias /
No final de julho de 2025, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) anunciou que o Brasil não está mais no Mapa da Fome. Apesar disso, e a despeito do fato de que o Brasil está entre os maiores produtores de alimentos do mundo, a insegurança alimentar é um problema estrutural ainda existente no país.
Em relação a esse tema, é correto afirmar que:
a falta de educação alimentar é a responsável pela desnutrição da população, que opta por dietas hipercalóricas e com baixo valor nutricional;
as falhas na distribuição de alimentos comprometem o abastecimento e reduzem a disponibilidade de produtos essenciais para uma alimentação adequada;
as recentes restrições ao uso de agrotóxicos têm impactado a eficiência da produção de alimentos, uma vez que dificultam o controle das pragas;
a crise climática é responsável por destruir a produção nacional de alimentos e por afetar principalmente as zonas urbanas, que sofrem mais com a insegurança alimentar grave;
o aumento das taxas percentuais do crescimento demográfico nos últimos anos é responsável por reduzir a oferta e o acesso à comida.
A expansão das periferias urbanas está diretamente relacionada à exclusão social e à falta de políticas habitacionais adequadas. Nesse contexto, o conceito de gentrificação descreve o processo em que:
Áreas degradadas são revitalizadas e passam a abrigar populações de baixa renda.
Regiões centrais passam a receber investimentos que valorizam os imóveis e afastam antigos moradores.
O poder público promove a ocupação de áreas de preservação ambiental.
Bairros periféricos recebem incentivos para fixar populações de baixa renda.
Observe a charge a seguir:

Fonte: https://br.pinterest.com/pin/535998793183348677/. Acesso em 27/10/2025.
Marque a alternativa que condiz à interpretação correta da temática que envolve a charge:
Vulnerabilidade socioespacial.
Trânsito urbano.
Verticalização.
Presença dos direitos humanos.
Globalização.
Políticas assistenciais podem contribuir para a redução de desigualdades e ampliação da cidadania quando articuladas a mecanismos de participação social e a ações voltadas ao acesso a direitos. Com base nessa perspectiva, qual alternativa expressa corretamente uma contribuição efetiva desses programas?
A ampliação do acesso a direitos fundamentais por meio de políticas redistributivas associadas a instrumentos de participação e controle social.
A manutenção de ações assistenciais sem articulação com políticas de geração de autonomia econômica ou inclusão produtiva.
A centralização total da gestão das políticas sociais, sem envolvimento de conselhos ou instâncias de controle público.
A substituição de políticas estruturais por ações esporádicas, sem continuidade ou integração com outras políticas públicas.
A adoção de critérios de acesso excessivamente restritivos, que reduzem o alcance das políticas a grupos vulneráveis.
Leia a notícia a seguir:
Dados preliminares do Censo 2022, divulgados em 9 de outubro de 2025, mostram que os maiores rendimentos estão entre homens, pessoas brancas e amarelas e moradores da região Centro-Sul.
Mais de um terço (35,3%) dos trabalhadores no Brasil recebe até um salário mínimo e apenas 7,6% das pessoas ocupadas têm rendimentos superiores a cinco salários mínimos — o equivalente a R$ 6.060, em 2022. A faixa de renda mais comum entre os trabalhadores do país é a de mais de um salário mínimo até dois salários mínimos (R$ 1.212,01 e R$ 2.424, em 2022), que abrange 32,7% da população ocupada. A menor parcela corresponde aos trabalhadores com renda superior a 20 salários mínimos (R$ 24.240 ou mais, em 2022), representando apenas 0,7% do total.
(André Catto, “Mais de um terço dos trabalhadores do país recebe até um salário mínimo, diz IBGE”, G1. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/censo/noticia/ 2025/10/09/mais-de-um-terco-dos-trabalhadores-do-paisrecebe-ate-um-salario-minimo-diz-ibge.ghtml. Adaptado)
Analisando os dados apresentados pela notícia, é correto afirmar que
o Brasil aparece, em perspectiva internacional, como um dos países com os maiores índices de desigualdade socioeconômica no mundo.
os indicadores demonstram aumento na desigualdade socioeconômica no Brasil, considerando a série histórica dos últimos censos populacionais.
a renda está concentrada em uma parcela pequena da população, havendo ainda desigualdades raciais e de gênero na remuneração do trabalho.
as desigualdades socioeconômicas regionais no Brasil diminuíram, mas resta ainda melhorar os indicadores de algumas áreas do Nordeste.
as questões étnicas e de sexo deixaram de ser marcadores socioeconômicos, pois houve uma maior diversidade nesses aspectos nas faixas mais altas de renda.
A Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, lançada em 2024 na cidade do Rio de Janeiro, foi um dos resultados do primeiro encontro das maiores economias do mundo no Brasil. Em qual evento isso aconteceu?
No encontro dos BRICS.
Na COP 29.
Na Assembleia Geral da ONU.
Na Cúpula do G20.