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(PMBS/URCA 2025) A pobreza é um conceito que envolve variáveis quantitativas e qualitativas que refletem a falta de acesso a serviços básicos para a população. Para se chegar aos critérios de pobreza e extrema pobreza o IBGE utiliza os parâmetros de renda estabelecidos pelo Banco Mundial. Segundo esses parâmetros são considerados em situação de pobreza aqueles que ganham abaixo de:
R$ 209 por mês;
R$ 332 por mês;
R$ 418 por mês;
R$ 665 por mês;
R$ 750 por mês.
O relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025, da ONU, apontou que o Brasil saiu do Mapa da Fome pela segunda vez. A primeira saída ocorreu em 2014, mas o país retornou ao mapa em 2019. Considerando a trajetória brasileira e os critérios do Mapa da Fome, é correto afirmar que:
A saída do Mapa da Fome em 2025 resultou do aumento das exportações de commodities, que elevou a renda média da população rural brasileira.
A prevalência de subnutrição é o critério primordial para inclusão no Mapa da Fome e o Brasil alcançou índice inferior a 2,5% da população nessa condição.
O critério para inclusão no Mapa da Fome é a insegurança alimentar leve, e o Brasil saiu por ter reduzido o desperdício de alimentos no varejo.
O retorno do Brasil ao Mapa da Fome em 2019 decorreu de eventos climáticos extremos que comprometeram a produção agrícola nacional no período.
A Food and Agriculture Organization (FAO − Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) utiliza como critério principal o Índice de Desenvolvimento Humano, e o Brasil saiu do mapa por ter melhorado seus indicadores educacionais.
A desigualdade social é um problema persistente em muitas sociedades e tem gerado uma série de desafios econômicos e políticos. Qual é a principal consequência da desigualdade social nas grandes cidades?
Maior integração entre diferentes classes sociais.
Aumento das taxas de criminalidade e violência.
Aumento da oferta de empregos formais.
Melhoria nas condições de saúde pública.
A saída do Brasil da lista de países no Mapa da Fome, alcançada pela segunda vez, em 2025, demonstra a efetividade de ações desempenhadas para reverter esse quadro preocupante: de desnutrição, subnutrição e insegurança alimentar. Porém, essas atitudes precisam se intensificar para atingir à população que segue em risco, não apenas como uma “política de governo”. São estratégias para manter o combate à fome no Brasil:
Manutenção do agronegócio exportador; estabelecimento de parcerias com profissionais da nutrição para oferecer descontos aos pacientes em insegurança alimentar; redução nos preços das cestas básicas e apelo pela continuidade da política de governo voltada para o combate à fome.
Fortalecimento da agricultura familiar; incentivo aos programas de conscientização sobre nutrição adequada no Sistema Único de Saúde (SUS); planos de distribuição de alimentos para famílias em vulnerabilidade social e baixa renda; além da efetivação do combate à fome como política de Estado.
Incentivo ao cultivo de hortas comunitárias; isenção fiscal de empresas que concedem vale-alimentação para os funcionários; fechamento dos centros de abastecimento (CEASAs); e valorização da competitividade dos produtores de gêneros alimentícios para redução dos valores das cestas básicas.
Concessão de terras improdutivas para agricultores independentes; proibição da comercialização de produtos alimentícios de baixa qualidade nutricional; desconto nas taxas de imposto de renda das famílias com ganhos abaixo de dois salários-mínimos; e proibição da utilização dos serviços do SUS por indivíduos que possuem plano de saúde particular.
Nos últimos anos, o Brasil tem enfrentado desafios relacionados ao crescimento econômico, ao mesmo tempo em que busca manter o equilíbrio fiscal. Uma das estratégias adotadas pelo governo é a busca pelo chamado "arcabouço fiscal", que estabelece regras para controlar gastos públicos e permitir investimentos sociais.
Basicamente, o objetivo central de um arcabouço fiscal é:
Aumentar indefinidamente os gastos públicos sem restrições legais.
Criar mecanismos para garantir estabilidade econômica e sustentabilidade das contas públicas.
Substituir todas as políticas monetárias definidas pelo Banco Central.
Estimular exclusivamente o setor privado, sem interferência do Estado na economia.
A seguir, observe a imagem de Paraisópolis (São Paulo – SP):

(Tuca Vieira, Paraisópolis, 2004. Disponível em: https://masp.org.br/acervo/obra/paraisopolis)
Assinale a alternativa que se relaciona diretamente com o contexto apresentado pela imagem.
O desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades das gerações atuais, sem comprometer a capacidade de atender às necessidades das futuras gerações, buscando aliar a preservação ambiental e o uso racional dos recursos naturais.
(Portal de Educação Ambiental do Governo do Estado de São Paulo. Disponível em: https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/ prateleira-ambiental/desenvolvimento-sustentavel/. Adaptado)
O grau de integração de uma cidade em uma rede urbana muitas vezes é indicativo do nível de desenvolvimento econômico e social do município. Cidades mais influentes conseguem ter maior disponibilidade de serviços e de produtos para a população.
(Summit Mobilidade. Disponível em: https://summitmobilidade.estadao.com.br/urbanismo/o-que-e-rede-urbana/)
O fator mais visível do fenômeno da metropolização é o crescimento das cidades em população, extensão e riqueza. Como consequência desse crescimento, elas se tornam polos urbanos de alcance regional (região metropolitana), nacional e, por vezes, mundial.
(Laboratório de Estudos Urbanos. Disponível em: https://www.labeurb.unicamp.br. Adaptado)
A economia circular é uma alternativa ao modelo linear de produção, que prioriza a extração intensiva de recursos naturais, o consumo desenfreado e a pouca circularidade de produtos. Essa forma de produzir não é sustentável, já que ela impulsiona a degradação ambiental.
(WWF Brasil. Disponível em: https://www.wwf.org.br/nossosconteudos/conceitos_/economiacircular/)
A segregação socioespacial refere-se à separação física e geográfica de diferentes grupos sociais dentro de uma mesma área urbana. Essa segregação pode ser residencial, em que determinados grupos se concentram em áreas específicas da cidade devido a fatores como classe social ou status.
(Habitat para a Humanidade Brasil. Disponível em: https://habitatbrasil.org.br/segregacao-socioespacial/. Adaptado)
"Minas Gerais possui cerca de 5,04 milhões de pessoas que vivem com algum nível de insegurança alimentar (...)"
Disponível em: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2025/06/07
Essa realidade não atinge apenas o estado de Minas Gerais, pois ao contrário do desejável, é um problema de grandes proporções a nível mundial.
Mas, o que é a segurança alimentar?
É a realização do direito humano a uma alimentação adequada e saudável para toda a população.
É o ato de incentivar que cada família cultive seus próprios alimentos, sem a necessidade de políticas públicas ou apoio governamental.
É o fornecimento exclusivo de alimentos industrializados e processados, garantindo saciedade rápida à população.
É apenas o monitoramento de preços dos alimentos nos mercados, com foco na estabilidade econômica.
“Pobreza e extrema pobreza chegam ao menor nível desde 2012; queda foi puxada por ocupação e benefícios sociais, aponta IBGE. No entanto, mulheres e pessoas negras ainda são as mais afetadas pelas desigualdades. [...] Os pobres somam 47,2% da população do Nordeste e 38,5% do Norte. Nas outras regiões, os índices caem para 18,4% no Sudeste, 17,8% no Centro-Oeste e 14,8% no Sul. O cenário se repete para os extremamente pobres: 9,1% no Nordeste, 6% no Norte, 2,5% no Sudeste, 1,8% no Centro-Oeste e 1,7% no Sul.”.
Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/12/04/pobreza-e-extrema-pobreza-chegam-ao-menor-nivel-desde-2012
Considerando as informações do contexto sobre a pobreza no Brasil, suas causas e suas consequências, leia e analise as proposições a seguir:
I- Por ser a região mais populosa do Brasil o Nordeste tem mais da metade de sua população em situação de pobreza.
II- As grandes desigualdades sociais e de distribuição de rendas, são as causas principais da existência dos milhões de pobres no Brasil.
III- A inexistência de programas de benefícios sociais no Brasil, é uma das causas da permanência da extrema pobreza no país.
IV- As desigualdades sociais no Brasil, afetam, de formas diferenciadas a população, entre homens e mulheres e brancos e negros.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
III e IV.
I e II.
II e IV.
I, II e IV.
II, III e IV.
A pandemia de COVID-19 evidenciou desigualdades sociais marcantes no Brasil, como no acesso à saúde e os impactos em comunidades vulneráveis. Qual medida ajuda a combater essas desigualdades?
Reduzir investimentos em saúde pública apenas nas regiões de menor custo.
Fortalecer o SUS em áreas periféricas e garantir atendimento igualitário à saúde para todos.
Priorizar atendimentos médicos apenas para a população economicamente ativa.
Descentralizar recursos do SUS para instituições privadas sem controle público.
A respeito do Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, analise os itens a seguir:
I. Nos indicadores de Índice de Desenvolvimento Humano – IDH é calculado a partir de tudo que é produzido para contribuir para a melhoria na qualidade de vida da maior parte da população.
II. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), criado em 1990 pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
III. É uma forma mais justa de avaliar o quão desenvolvido é um país, porque tem como foco não apenas indicadores brutos, como o PIB, mas o nível de desenvolvimento a partir de indicadores sociais.
IV. O IDH só será positivo se a região avaliada tiver uma economia sólida o bastante para que as pessoas consigam prosperar.
Estão CORRETOS:
I, II, III, IV.
I, III, IV, apenas.
I, II, apenas.
I, II, III.
O desperdício de alimentos é um problema global com impactos ambientais, econômicos e sociais. De acordo com o Índice de Desperdício de Alimentos 2024 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o planeta desperdiçou mais de 1 bilhão de toneladas de comida em 2022. A gastronomia é parte essencial do turismo, mas a fartura que encanta visitantes também gera grandes quantidades de descarte. Estudos apontam que o setor de hospitalidade contribui significativamente para esse cenário. Considerando os fatores que agravam o desperdício de alimentos nesse setor, assinale a alternativa correta:
A redução do desperdício depende da diminuição da oferta gastronômica nos destinos turísticos.
Os restaurantes mantêm controle rigoroso das quantidades produzidas, sendo o desperdício causado pelos próprios turistas.
O desperdício ocorre principalmente devido à baixa qualidade dos alimentos oferecidos aos turistas nos estabelecimentos.
A falta de controle de quantidade nos restaurantes e a hiperprodução nas cozinhas para evitar desabastecimento são fatores agravantes.
A abundância nos bufês não influencia o volume de descarte, pois os alimentos são integralmente consumidos.
O Brasil apresenta desigualdade social marcada por diferenças regionais: regiões Sul e Sudeste concentram maior desenvolvimento econômico, enquanto Norte e Nordeste apresentam índices mais altos de pobreza e menor acesso a serviços públicos. Indicadores como IDH, renda per capita e acesso à educação refletem essas disparidades. Analisando a desigualdade regional no Brasil, assinale a alternativa correta:
as desigualdades regionais no Brasil foram gradativamente eliminadas nos últimos 20 anos;
a concentração de serviços públicos e indústrias em regiões mais desenvolvidas reforça desigualdades históricas;
todas as regiões apresentam IDH semelhantes, independentemente do PIB regional;
a desigualdade regional é irrelevante para políticas públicas de desenvolvimento;
o Norte do Brasil possui os mesmos níveis de acesso à educação e saúde que o Sudeste.
Observe a imagem a seguir.

Disponível em: https://opopular.com.br/cidades/goiania-a-cidade-mais-desigual-1.194068. Acesso em: 24 ago. 2025.
O quadro mostra que
a desigualdade social é mais acentuada nas capitais.
o crescimento urbano não garante a igualdade social.
o subdesenvolvimento está ligado ao avanço populacional.
o desenvolvimento urbano prejudica a distribuição de renda.
No Brasil, as desigualdades sociais permanecem como um dos maiores desafios estruturais do país. Qual dos fatores a seguir contribui diretamente para a manutenção das desigualdades sociais?
Ampliação da renda mínima.
Melhoria do acesso à educação pública.
Informalidade no mercado de trabalho.
Aumento do número de universidades públicas.
Observe as imagens abaixo.

Ao observar a Fig. 1, Mudança de Sertanejo, xilogravura produzida pelo artista pernambucano José Francisco Borges (1935-2024), natural de Bezerros, em comparação com a Fig. 2. Fotografia do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, realizada pela fotojornalista Tânia Rêgo e publicada pela Agência Brasil, percebe-se a denúncia de um tema recorrente: o êxodo rural e o crescimento acelerado das periferias brasileiras. São inúmeras as razões pelas quais um número cada vez maior de pessoas deixa a zona rural ou os rincões do país e arrisca a vida nas grandes cidades. O crescimento urbano no Brasil, especialmente após 1950, foi marcado pela industrialização acelerada e pela migração rural. Entretanto, esse processo também gerou desafios sociais estruturais, como exclusão social, desigualdade e concentração espacial da pobreza.
Marque a alternativa que apresenta uma consequência direta desse processo:
Redução da migração campo-cidade
Expansão ordenada de habitação
Aumento de áreas periféricas e favelas
Homogeneização do acesso a serviços públicos
Desaparecimento dos movimentos urbanos
Segundo informe técnico do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (OBPopRua), da Universidade Federal de Minas Gerais, 335.151 pessoas viviam em situação de rua no Brasil, em março de 2025. O número marca um aumento de 0,37% em relação a dezembro de 2024 e é 14,6 vezes maior do que o registrado em dezembro de 2013.
Com relação ao tema, é correto afirmar que:
a maior parte das pessoas em situação de rua no Brasil são crianças e idosos, o que evidencia um deslocamento etário da crise social;
mulheres representam a maior parte das pessoas afetadas pela situação de rua, destacando os efeitos profundos da disparidade de gênero;
o aumento do número de pessoas em situação de rua ocorre a despeito dos investimentos em políticas públicas de moradia e educação;
mais da metade da população em situação de rua concluiu o ensino médio, o que indica que a escolaridade não é fator relevante no fenômeno;
a pesquisa mostra que houve um aumento de 14,6 vezes nas rupturas de vínculo familiar desde 2013.
O processo de urbanização no Brasil intensificou-se nas últimas décadas, trazendo desafios significativos para as políticas públicas. Dados recentes indicam que a população residente em favelas praticamente dobrou desde 2010, evidenciando dificuldades no acesso à moradia digna. Paralelamente, observa-se um fenômeno aparentemente contraditório: o número de imóveis residenciais desocupados no país supera significativamente o déficit habitacional. Considerando essa problemática, é correto afirmar que:
A existência de imóveis desocupados em quantidade superior ao déficit habitacional indica que o problema se restringe à distribuição geográfica das moradias disponíveis.
O déficit habitacional distribui-se de forma equilibrada entre áreas urbanas e rurais, refletindo a proporção da população brasileira em cada contexto territorial.
O crescimento da população em favelas resulta da migração rural-urbana recente, que intensificou a demanda por moradias nas periferias das grandes cidades.
O déficit habitacional brasileiro decorre da insuficiência de unidades residenciais construídas, sendo a produção de novos imóveis a solução prioritária para o problema.
O déficit habitacional brasileiro concentra-se majoritariamente em áreas urbanas e tem como principal componente o comprometimento excessivo da renda familiar com o pagamento de aluguel.
No Brasil, a fome é um dos maiores problemas enfrentados pelo povo. Pesquisas apontam alguns fatores como causadores da fome no país. Qual alternativa abaixo é considerada o principal fator?
Idade.
Políticas de combate à fome.
Desigualdades socioeconômicas.
Falta de nutrientes.
A desigualdade é um fenômeno com base nas condições socioeconômicas dessa população, enquanto a exclusão é fruto de um fenômeno cultural e social. [...] A modernidade capitalista conseguiu hibridar esses dois aspectos imbricados no racismo e no sexismo, pois neles se cristalizam a desigualdade e a exclusão.
(ANTUNES, Ricardo et al (Orgs.). Infoproletários: degradação real do trabalho virtual. São Paulo: Boitempo, 2009. p. 164.)
Avalie as seguintes afirmativas sobre como o capitalismo influencia a formação, estrutura e organização da sociedade brasileira, considerando pobreza, exclusão social, preconceito e discriminação, e assinale a correta.
O capitalismo no Brasil, ao incentivar a globalização e a integração ao mercado internacional, criou oportunidades equitativas de desenvolvimento econômico e social, eliminando preconceitos e discriminações históricas anteriores à década de 1980.
O capitalismo brasileiro, ao promover a industrialização e a urbanização acelerada, gerou um ambiente econômico que permitiu a ascensão social igualitária de todas as camadas da população, diminuindo as disparidades de classe, raça e gênero.
A formação da sociedade brasileira sob o capitalismo foi marcada por uma transição pacífica da escravidão para um sistema de trabalho livre, promovendo a inclusão social e econômica de ex-escravos e suas descendentes de maneira justa e equitativa.
As políticas de bem-estar social implementadas no Brasil durante o século XX, inspiradas pelo modelo capitalista, têm sido extremamente eficazes na eliminação da exclusão e desigualdade social e na promoção da igualdade racial e de gênero.
A estrutura econômica capitalista brasileira, ao focar na exploração de recursos naturais e na mão de obra barata, perpetua a pobreza e a exclusão social ao concentrar riqueza nas mãos de uma elite financeira, ao mesmo tempo em que marginaliza trabalhadores informais e subempregados, exacerbando preconceitos e discriminações.
Com o avanço das tecnologias, a inclusão digital tem se tornado uma pauta importante para reduzir desigualdades sociais. Sobre inclusão digital, assinale a alternativa correta:
Apenas países desenvolvidos têm políticas de inclusão digital, excluindo economias emergentes como o Brasil.
Inclusão digital significa garantir que todas as pessoas tenham acesso à internet e às tecnologias de comunicação.
O conceito de inclusão digital ignora a questão do acesso a dispositivos tecnológicos, como smartphones e tablets.
Inclusão digital se refere prioritariamente ao uso de computadores em zonas rurais.