

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O atual estágio de globalização da economia é marcado, entre tantos outros elementos, pela tendência à formação de blocos regionais — como pretende ser a ALCA citada no texto —, como forma de inserção vantajosa no competitivo mercado mundial.
Economias como a japonesa — ainda que conhecendo alguns percalços nos últimos anos — e, sobretudo, como a emergente chinesa — que apresenta taxas de crescimento anual em torno dos 10% — apontam para a Ásia como um dos grandes pólos dinâmicos da economia mundial, com tendência à expansão.
O atual estágio da economia mundial, crescentemente globalizada, pressupõe acirrada competição pelos mercados, o que exige dos países e das empresas que participam desse ativo comércio a capacidade de oferecer produtos de qualidade com preços atraentes.
A descoberta de considerável arsenal de armas de destruição em massa em poder de Saddam Hussein, realizada pelos inspetores internacionais contratados pela Organização das Nações Unidas (ONU), confirmou a veracidade do argumento utilizado por Bush para determinar a invasão do Iraque, o que provavelmente repercutirá na atual campanha eleitoral norte-americana.
O texto reporta-se a trabalho realizado por organizações nãogovernamentais, as quais traduzem um modo de atuação na sociedade muito próprio do mundo contemporâneo, cuja presença em escala planetária afirma-se de maneira crescente, em especial a partir das últimas décadas do século XX.
Ao condenar uma globalização que não atende aos interesses da maioria dos povos, falando no maior foro multilateral do planeta, que é a ONU, o presidente Lula também se credencia como uma espécie de porta-voz das nações emergentes e das mais pobres, o que pode conferir maior peso internacional ao Brasil.
A ONU foi criada no imediato pós-Segunda Guerra Mundial e, em grande parte de sua existência, conviveu com o tenso cenário de bipolaridade do poder mundial, assinalado pela disputa entre EUA e União Soviética.
Irônico, o texto critica a complacência de capitalistas ao modo pelo qual opera na atualidade a economia chinesa, lembrando que sua prática se opõe ao discurso liberal que sustenta ideologicamente a globalização.
Kofi Annan, africano de Gana, é exceção que confirma a regra: o cargo que ele ocupa, o mais alto na hierarquia de poder na ONU, sempre esteve em mãos de representantes dos países mais poderosos que, no Conselho de Segurança, têm poder de veto — EUA, Rússia, Reino Unido, França e China.
Entre os efeitos positivos trazidos pela globalização está a sensível redução das desigualdades entre os países. Isso se explica pela simetria existente no mercado mundial, no qual todos podem comprar e vender em condições bastante semelhantes.
O texto reitera que, na atualidade, são inequívocos os sinais de que a economia globalizada retoma índices expressivos de crescimento, o que acaba por incrementar as transações comerciais entre os países.
As ONGs são uma das características marcantes da civilização contemporânea e, atuando em várias frentes, atestam a crescente vitalidade da atuação pública de diversos segmentos da sociedade.
Os países centrais são os maiores responsáveis pela emissão global de gases de efeito estufa e o debate sobre o controle de emissões nos países periféricos também se insere no contexto das exclusões de mercado em tempos de globalização.
A atual política externa brasileira é muito marcada por um anacrônico terceiro-mundismo, dizem seus críticos, estribados no fato de que o país se omite sistematicamente das discussões em foros multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC).
O autor do texto aponta a utilização de sofisticada tecnologia de comunicações como a principal causa da prevalência do modelo de globalização econômica, que atenta contra os direitos humanos.
Percebe-se no texto que o chefe de Estado brasileiro assume, nos foros internacionais de que participa, com crescente desenvoltura, o papel de porta-voz dos países ditos emergentes, razão pela qual reafirma sua crença de que, em linhas gerais, são corretos os caminhos percorridos pela globalização, em que pese algum equívoco que ela ainda comete.
A força do capital encontra-se no monopólio do conhecimento e da informação; assim, ciência e tecnologia tornaram-se fatores produtivos importantes no processo de globalização.
A inexistência de mecanismos controladores do comércio global, sintetizados em algum tipo de organização multilateral que mantenha ou estipule regras e normas que zelem por seu cumprimento, é apontada pelos especialistas como o maior obstáculo à expansão do volume de exportações dos países em desenvolvimento.
A recente visita do presidente chinês ao Brasil retribui a que lhe foi feita pelo presidente brasileiro em 2003. Nos dois casos, vê-se o interesse recíproco em estreitar laços de cooperação científico-tecnológica — de que a construção de satélites seria exemplo expressivo — e em ampliar o intercâmbio comercial.
O atual estágio da economia mundial, comumente denominado globalização, é assinalado, entre outros aspectos, pela crescente participação da tecnologia no sistema produtivo. Assim, vencer a batalha pela conquista dos mercados mundiais pressupõe, como condição essencial, o domínio do conhecimento.