

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As discussões travadas na Cúpula Mundial sobre Alimentos e no Fórum das Ongs, ambos realizados em 1995, em Roma, revelaram a verdadeira face e as correntes influentes nas negociações do agribusiness mundial. Sobre as decisões daqueles encontros, analise as afirmativas a seguir:
I - A Cúpula Mundial sobre Alimentação e as Ongs adotaram caminhos iguais sem divergências de pensamento e de posições.
II - Os eventos assumiram, como obrigação moral e política, a tarefa de reduzir à metade o contingente de 800 milhões de pessoas que passam fome no mundo, antes de 2015.
III - As Ongs defenderam um modelo alternativo através da elaboração de um "Código Internacional de Conduta" que regulasse a aplicação do direito ao alimento.
Assinale a(s) afirmativa(s) correta(s):
apenas I;
apenas II;
apenas III;
apenas I e II;
apenas II e III.
A ação resoluta dos governos, sob a liderança da Organização das Nações Unidas, conseguiu eliminar o tráfico internacional de mulheres e de crianças, por meio de leis severas e do trabalho conjunto das forças policiais de vários países.
A entrada em vigor do Protocolo de Kyoto prova que, a despeito das dificuldades consideradas intransponíveis há alguns anos, venceu a consciência de que a proteção ambiental deve ser tarefa coletiva, razão pela qual o acordo foi referendado pelo conjunto de países que integram a Organização das Nações Unidas.
Personagem central do texto V, a África é um continente marcado por graves problemas estruturais agravados por crises periódicas. Com referência a esse cenário dramático vivido pela África contemporânea, assinale a opção incorreta.
Fenômenos naturais, como secas devastadoras e ataques de gafanhotos, destroem plantações, inflacionam os preços dos alimentos e fazem da fome presença constante na região.
A inexistência de riquezas minerais em solo africano potencializa a fragilidade econômica do continente, tornando-o pouco atrativo aos capitais internacionais.
Elevados níveis de corrupção entre elites governantes africanas contribuem para a manutenção do dramático quadro social e, muitas vezes, subtraem dos realmente necessitados a ajuda internacional que chega ao continente.
Estudiosos da questão africana afirmam que a ajuda financeira externa será infrutífera para resolver o problema estrutural da África se não for acompanhada de projetos emergenciais de desenvolvimento sustentável.
Entre as dificuldades encontradas pelos países africanos para a superação do atraso e da miséria estão os interesses locais e nacionais exacerbados, que dificultam, inclusive, o desenvolvimento do comércio regional.
Referido no texto V, o Conselho de Segurança da ONU é um órgão decisivo na estrutura da ONU, justamente por tratar de questões que afetam a segurança e a paz internacionais. Hoje, o Conselho é formado por 15 membros temporários e por 5 permanentes, que têm direito a veto. Assinale a opção que identifica corretamente os Estados a que pertencem os membros permanentes do referido conselho.
Embora a Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco tenha dimensão mundial, sua elaboração não contou com a participação da Organização das NaçõesUnidas, em face das pressões das grandes potências, normalmente comprometidas com a defesa dos interesses de seus poderosos grupos econômicos.
Com rica trajetória a serviço das Nações Unidas, Vieira de Mello participou de missões em diversos continentes, sendo que uma das mais conhecidas foi o trabalho inicial de organização como Estado nacional da antiga colônia portuguesa do Timor Leste.
Por detrás das preocupações do secretário-geral da ONU com a necessidade de dotar a organização de mecanismos que atendam às exigências de “segurança no mundo de hoje”, certamente está a ação sistemática do terrorismo, ainda que esse perigo esteja, até o momento, restrito a determinadas regiões do planeta.
Os inspetores da ONU, enviados em missão especial ao Iraque, confirmaram, em parte, a denúncia norte-americana de que Saddam Hussein mantinha secretamente um significativo arsenal de armas de destruição em massa, motivo utilizado pelos EUA para invadir o país.
O fim da URSS explicitou o enorme poderio norteamericano, inclusive sob o ponto de vista militar. Isso explica a facilidade com que os EUA têm obtido o aval da ONU em suas incursões bélicas no exterior e a facilidade com que têm vencido e dominado países considerados inimigos.
Quando propõe a reformulação do Conselho de Segurança da ONU, certamente que o Brasil postula sua inclusão no seleto clube de países com assento permanente nesse estratégico órgão das Nações Unidas.
Infere-se das palavras do dirigente da ONU, reproduzidas no texto, que a principal característica do processo de desenvolvimento econômico mundial verificado nas últimas décadas, comumente denominado de globalização, é a simetria entre os avanços que trouxe e seus efeitos sociais.
Vivendo uma crise de identidade, em um cenário mundial distinto daquele para o qual foi concebida, a Organização das Nações Unidas (ONU) teve papel considerado secundário na atual situação de guerra contra o Iraque.
Morto no atentado com um caminhão-bomba contra o prédio que abrigava funcionários da ONU na capital iraquiana, Sérgio Vieira de Mello ganhou destaque internacional na condição de alto comissário para direitos humanos da organização internacional.
Para muitos analistas, a ONU padece atualmente de uma espécie de crise de identidade. Pensada para atuar em um mundo bipolar, como o que caracterizou o pós-Segunda Guerra, vê-se deslocada com a profunda mudança nesse quadro que a desintegração da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) ocasionou.
A mesma resolução da ONU que criou o Estado de Israel — efetivamente implantado — determinou a criação do Estado da Palestina.
Nas entrelinhas, a autora considera que a ONU saiu fortalecida da guerra promovida pelos EUA contra o Iraque. Para ela, a nova ordem internacional necessita de um organismo plurinacional para assegurar o equilíbrio entre os Estados.