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“Começa a valer em 2016 a proibição de venda de lâmpadas incandescentes com potência de 41 a 60W que não atenderem os níveis mínimos de eficiência energética, informou o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O órgão será quem fiscalizará o mercado. A substituição deste tipo de lâmpada está sendo feita de forma gradativa desde 2014. As de 60W, que eram as mais usadas, já não podem mais ser comercializadas desde junho de 2015. As acima de 75W e 100W deixaram de ser comercializadas em 30 de junho de 2014.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/06/comeca-valer-na-6-proibicao-de-venda-de-lampadas-incandescentes.html.)
Dentre as razões para se retirar esse produto do mercado está:
A emissão de radioatividade desse tipo de lâmpada e que não existe nas demais.
Sua baixa eficiência energética, já que consome muita energia para iluminar pouco.
O risco de explosões e a quebra são muito maiores, pois seu material é mais frágil e menos duradouro.
A extinção praticamente total da matéria-prima desse tipo de lâmpada, o que vem encarecendo demais a sua produção.