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“Dados do INSS já mostram que a maior incidência de casos de chikungunya produziu mais um impacto: o aumento do número de trabalhadores afastados por dores crônicas. Neste ano, o Ministério de Desenvolvimento Social já registra ao menos 941 concessões de auxílio-doença por causa da chikungunya. Só que o número pode representar mais de um pedido por pessoa, já que pode ser renovado. No país, foram 156 mortes confirmadas em 2016 por causa da doença.”
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/11/1833985-dor-sem-tregua-da-chikungunya-leva-a-explosao-de-auxilio-doenca- no-pais. Adaptado.)
Dentre as medidas preventivas que podem diminuir o impacto provocado pelo surto da doença podemos apontar:
É imprescindível participar das campanhas de vacinação contra a doença promovidas pelo governo e entidades afins.
É preciso evitar os locais de muita aglomeração de pessoas, e o contato físico ou com a saliva e o suor de pessoas infectadas.
É fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas suas casas e na vizinhança.
É necessário, principalmente por parte das pessoas anteriormente infectadas, evitarem locais fechados ou exposição ao sol nos horários mais quentes.