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Em setembro de 2006, o diplomata brasileiro Roberto Azêvedo assumiu a direção-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), instituição encarregada de liberalizar e ampliar o comércio internacional. Desde 2006, as negociações entre países ricos e emergentes estão emperradas na OMC. Um dos grandes desafios de Azêvedo à frente da instituição é:
abrir o mercado interno dos países ricos, a fim de favorecer o comércio entre estes e os países emergentes, como o Brasil.
reverter a balança comercial negativa do Brasil, que, no último ano, gastou mais com importações do que arrecadou exportando.
aumentar somente as exportações brasileiras de produtos industriais.
impor medidas protecionistas, como cobrança de impostos sobre importação de produtos, a fim de amparar a produção agrícola e industrial do país.
abrir unilateralmente o mercado brasileiro para os produtos industriais dos países ricos.