Após décadas de investigação das bacias sedimentares
brasileiras, adquiriu-se o conhecimento de que
A
a Bacia do Parnaíba apresenta uma espessura sedimentar
relativamente rasa; apesar disso, é possível
considerar-se a influência térmica positiva dos seus
corpos intrusivos ígneos como um componente importante
de seu sistema petrolífero.
B
a Bacia do Recôncavo não apresenta rochas adequadas
para a geração de hidrocarbonetos, devido à ausência
de uma seção marinha significativa.
C
arenitos turbidíticos de idade aptiana são os principais
reservatórios nas recentes descobertas de volumes
significativos de óleo e gás da seção Pré-Sal, nas bacias
de Santos e de Campos.
D
arenitos eólicos da Formação Botucatu (Juro-Cretáceo
da Bacia do Paraná) formam aquíferos de formidável
qualidade, devido às suas excelentes características
de permoporosidade, constituindo-se também
em comprovados reservatórios de hidrocarbonetos do
sistema petrolífero Irati-Botucatu.
E
os folhelhos silurianos da Formação Pitinga (Grupo
Trombetas) constituem-se nos principais geradores
de hidrocarbonetos da Bacia do Amazonas.