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No caso de entidade de pequeno porte, pode não haver muitas atividades de controle possíveis de identificação pelo auditor, ou cuja extensão de sua documentação pode ser limitada. Nesses casos, a aplicação de procedimentos substantivos pode ser mais eficaz.
O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser utilizado para os fins da auditoria, considerando: (i) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos; (ii) o nível de competência da função de auditoria interna; e (iii) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo controle de qualidade.
O auditor independente deve usar o trabalho da auditoria interna independentemente da sua posição hierárquica na organização e de suas políticas e procedimentos.
O auditor independente, ao utilizar o trabalho da auditoria interna, reduz a extensão dos procedimentos de auditoria a serem por ele executados, pois compartilha a responsabilidade sobre a estratégia global de auditoria.
No Brasil, por força de lei e regulamento, é proibida a utilização pelo auditor independente do trabalho da auditoria interna ou utilização de assistência direta de auditores internos.