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A necessidade de sistematizar boas práticas no contexto do gerenciamento de riscos fomentou a criação de diversos modelos e frameworks destinados a auxiliar as organizações nessa tarefa, com destaque para aqueles desenvolvidos pelo COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission), que se tornaram referência no assunto. Entre esses modelos, merece ênfase o COSO-ERM (Enterprise Risk Management), atualizado em 2017, que propõe uma abordagem integrada de gerenciamento de riscos, estruturada em componentes inter-relacionados, cada um deles associado a princípios que orientam a atuação organizacional.
Com base nesse modelo do COSO-ERM e nas associações entre cada componente e seu princípio correspondente, é correto afirmar que:
o componente “Governança e Cultura” estabelece, entre seus princípios, que a organização demonstre compromisso com seus valores fundamentais;
o componente “Estratégia e Definição de Objetivos” estabelece, entre seus princípios, que a organização adote uma visão de portfólio dos riscos;
o componente “Performance” estabelece, entre seus princípios, que a organização avalie as mudanças importantes capazes de impactar seus objetivos;
o componente “Revisão e Monitoramento” estabelece, entre seus princípios, que a organização defina o grau de apetite de risco praticado em seus negócios;
o componente “Informação, Comunicação e Reporte” estabelece, entre seus princípios, que a organização estabeleça as estruturas operacionais do negócio.


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