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Uma autarquia estadual que atua na área de educação está implementando melhorias em seu sistema de governança. Porém, durante uma ação da unidade de auditoria interna da autarquia, os auditores constataram que, embora existam diretrizes formalizadas para contratação e gestão de fornecedores, decisões críticas continuam sendo tomadas por gestores intermediários, sem avaliação estruturada de riscos. Não foram encontradas evidências de que a administração da autarquia tenha definido claramente seu apetite a risco. Ao analisar o fluxo de aprovação de projetos recentes, os auditores identificaram também que nenhum processo formal foi utilizado para identificar eventos que possam comprometer o alcance dos objetivos institucionais.
À luz da Estrutura Integrada de Controle Interno (COSO I) e dos componentes definidos na estrutura, essa situação hipotética ilustra o comprometimento do princípio do(a):
comunicação interna;
avaliação de riscos relevantes;
condução de avaliações contínuas;
identificação e análise de mudanças significativas;
estabelecimento de estrutura de autoridade e responsabilidade.


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