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O Ativo Circulante, nas Demonstrações Contábeis, são os bens e direitos que uma empresa...

O Ativo Circulante, nas Demonstrações Contábeis, são os bens e direitos que uma empresa espera converter em dinheiro ou consumir no curto prazo (geralmente até 12 meses), como caixa e equivalentes de caixa, contas a receber, estoques e aplicações financeiras de liquidez imediata. Sobre a auditoria nesse grupo de contas:


A

A existência de ativos de alta liquidez e fácil conversibilidade, como grandes quantias em espécie ou joias, é irrelevante para a avaliação do risco de fraude, uma vez que o controle interno sobre ativos físicos é considerado absoluto e imune a pressões ou oportunidades de apropriação indevida.


B

A ausência de conciliações completas ou o atraso tempestivo na conferência de ativos não possui correlação com riscos de apropriação indevida, devendo o auditor interpretar tais falhas meramente como deficiências operacionais de fluxo de trabalho que não afetam a segurança razoável das demonstrações financeiras.


C

É mais confiável quando é obtida de fontes independentes externas à entidade; assim, para confirmação de saldos bancários, os extratos bancários apresentados pela empresa devem ser confirmados junto às instituições financeiras, utilizando-se o procedimento chamado circularização bancária.


D

A realização de visitas programadas ao almoxarifado para contagem dos itens em estoque é exemplo de possível procedimento a ser realizado para lidar com risco de distorção em contas de ativo.


E

O objetivo primordial da auditoria no ativo circulante é verificar a propriedade jurídica dos ativos, sendo que a avaliação da valoração de estoques e a análise da realizabilidade de contas a receber são responsabilidades exclusivas da perícia contábil, não integrando o escopo dos testes de saldos do auditor.