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A manutenção da credibilidade e da autoridade da auditoria interna governamental depende estritamente da observância de princípios e requisitos éticos pelos auditores. Entre esses requisitos, a autonomia técnica e a objetividade exigem que o auditor gerencie ameaças e evite situações que comprometam seu julgamento profissional ou criem conflitos de interesse, tanto de fato quanto na aparência. Sobre a aplicação prática desses requisitos, conforme a norma vigente, assinale a alternativa correta.
A autonomia técnica permite que a atividade de auditoria seja realizada livre de interferências, entretanto, caso a independência não esteja assegurada por lei, ela deve ser confirmada pelo conselho apenas no início de cada trabalho específico.
Os auditores internos governamentais devem declarar impedimento e se abster de auditar operações específicas com as quais estiveram envolvidos nos últimos 24 meses, quer na condição de gestores quer por vínculos profissionais e pessoais.
A prestação de serviços de consultoria é vedada em relação a operações que o auditor tenha avaliado anteriormente, visando garantir que a objetividade não seja prejudicada por opiniões institucionais emitidas pela Unidade de Auditoria Interna Governamental (UAIG) no passado.
Caso o auditor identifique uma situação de conflito de interesses após o início dos exames, ele deve concluir o trabalho para não comprometer o Plano de Auditoria Interna, reportando o fato à comissão de ética somente após a publicação do relatório.