De acordo com as Normas Internacionais para a Prática
Profissional de Auditoria Interna, emitidas pelo Institute of
Internal Auditors (IIA), a atividade de auditoria interna deve
ser independente e a independência dentro da organização se
alcança de forma efetiva quando o executivo chefe de auditoria
se reporta funcionalmente ao conselho.
Um exemplo de reporte funcional ao Conselho que está
dissociado da independência organizacional da auditoria interna
é a aprovação:
A
do estatuto de auditoria interna;
B
do planejamento de auditoria baseado em riscos;
C
do orçamento de auditoria e o plano de recursos;
D
dos departamentos priorizados na auditoria interna;
E
das decisões referentes à nomeação e demissão do executivo
chefe de auditoria.