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A respeito da amostragem de auditoria, analise os itens a seguir.
I. O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho exigido da amostra.
II. Quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.
III. Ao definir uma amostra de auditoria, o auditor deve considerar a finalidade do procedimento de auditoria e as características da população da qual será retirada a amostra.
IV. O auditor deve selecionar itens para a amostragem, de forma que cada unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser selecionada.
Assinale:
se somente os itens I, II e III estiverem corretos.
se somente os itens II, III e IV estiverem corretos.
se somente os itens I, III e IV estiverem corretos.
se somente os itens I, II e IV estiverem corretos.
se todos os itens estiverem corretos.
O resultado insatisfatório de entrevistas realizadas com uma amostra de funcionários da empresa examinada não é suficiente para o auditor destacar, em seu relatório, a inexistência de risco de subavaliação da confiabilidade.
Certo
Errado
O não reconhecimento de uma distorção ou de um desvio constitui um risco resultante do uso de amostragem em auditoria.
Na aplicação de testes de controles, o risco de amostragem pode indicar conclusões incorretas, ao evidenciar uma distorção relevante, que, na verdade, inexiste.
O risco de amostragem está relacionado, entre outras hipóteses, com a possibilidade de que uma amostra tenha sido selecionada com base em critérios estatísticos corretos, mas que não é adequada para representar a população.
O erro aceitável e o risco de amostragem são inversamente proporcionais ao tamanho da amostra.
De acordo com a legislação vigente, risco de amostragem em auditoria é o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.
Uma das conclusões erradas às quais o risco de amostragem pode levar éjulgar desnecessária a permissão ao auditor pela administração, para se comunicar com a consultoria jurídica externa da entidade.
desconsiderar fatos e circunstâncias não significativos.
considerar o registro de informações, no qual a relevância não seja comprovada.
considerar os controles mais eficazes do que realmente são, em razão de não ser identificada distorção relevante, quando, na verdade, ela existe.
avaliar os estoques por meio de inventário, onde não seja identificada distorção relevante, quando, de fato, ela não existe.