Questões de Concurso sobre Risco de Amostragem

 
 
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De acordo com o planejamento da amostra em auditoria, analisar os itens.


I. O auditor deve considerar o risco da amostragem.

II. O auditor não precisa considerar o tamanho da amostra.

III. O auditor precisa considerar a estratificação da população.

Está CORRETO o que se afirma:


A

Apenas no item I.


B

Apenas no item II.


C

Apenas nos itens I e III.


D

Apenas nos itens II e III.

A equipe de auditores decidiu utilizar uma técnica de amostragem em um trabalho de auditoria contábil. Ao aplicar testes de controle no objeto de amostra, avaliaram erroneamente que os controles são menos eficazes do que realmente são.


Nesse sentido, considerando que o uso da amostragem pode levar a conclusões com potencial de impactar a eficácia e a eficiência da auditoria, é correto afirmar que o erro de avaliação da equipe pode gerar risco de afetar


A

a eficácia da auditoria e a superavaliação da confiabilidade.


B

a eficiência da auditoria e a subavaliação da confiabilidade.


C

a eficácia da auditoria e a detecção de distorção relevante que não existe.


D

a eficiência da auditoria e a não detecção de distorção relevante que de fato existe.


E

a eficácia da auditoria e a rejeição incorreta das contas.

Com base na Resolução CFC nº 1.222/2009, que aprovou a NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria, assinale a alternativa correta.


A

A amostragem em auditoria somente pode ser realizada por métodos estatísticos, sendo vedada a utilização de técnicas não estatísticas pelo auditor independente.


B

O risco de amostragem decorre da possibilidade de o auditor chegar a uma conclusão distinta daquela que alcançaria caso examinasse 100% da população.


C

A seleção da amostra em auditoria deve ocorrer de forma subjetiva, conforme a experiência profissional do auditor, independentemente de critérios técnicos de representatividade.


D

A distorção tolerável corresponde ao valor máximo de erro efetivamente identificado pelo auditor durante a aplicação dos testes de auditoria.

Na auditoria pública contemporânea, a prevenção e a detecção de fraudes, impropriedades e desvios não dependem de uma relação mecânica entre coleta de documentos e conclusão decisória, mas de uma cadeia metodológica que articula avaliação de riscos, definição de critérios de seleção, obtenção de evidências, formação de achados e elaboração de produtos técnicos compatíveis com a finalidade do trabalho.


Nessa perspectiva, amostragem, análise de risco, relatórios, pareceres, mecanismos de compliance e controle de fraudes não operam como categorias intercambiáveis, embora se influenciem reciprocamente na estruturação do juízo auditorial e na formulação de conclusões e recomendações.


Considerando a análise de risco, a amostragem, os achados de auditoria, os relatórios e pareceres, bem como os mecanismos de compliance e controle de fraudes, assinale a alternativa CORRETA.


A

A identificação de risco elevado de fraude autoriza, por si só, a formulação de achado conclusivo, desde que o auditor explicite, em relatório, a probabilidade racional da ocorrência do desvio e a compatibilidade dessa inferência com o histórico do objeto examinado.


B

O uso de amostragem em auditoria pública compromete a validade técnica das conclusões sempre que o trabalho envolva risco de irregularidade relevante, pois a materialidade do objeto fiscalizado impõe, nesses casos, exame integral dos elementos disponíveis.


C

O parecer e o relatório de auditoria, embora ambos constituam produtos técnicos do trabalho de controle, não se confundem necessariamente quanto à função, ao grau de síntese e ao modo de exteriorização das conclusões, assim como a recomendação não se identifica, por si, com o próprio achado que a fundamenta.


D

Os mecanismos de compliance, por se orientarem à prevenção de desvios, substituem a necessidade de análise de risco no planejamento de auditoria, uma vez que a existência de controles formais instituídos desloca o foco do auditor para a mera verificação de aderência procedimental.


E

A evidência de auditoria, quando obtida por procedimento documental idôneo, torna dispensável a correlação entre risco, critério e materialidade, já que a confiabilidade da fonte é suficiente para converter a informação colhida em conclusão técnica diretamente oponível aos responsáveis.

A NBC TA 530, correlata à norma internacional ISA 530, trata do uso de amostragem na auditoria independente e interna. No contexto do setor público, especialmente em órgãos de grande capilaridade e volume de transações como a Força Aérea Brasileira (FAB), a amostragem é uma ferramenta indispensável para a viabilidade dos trabalhos de asseguração.


A norma define amostragem em auditoria como a aplicação de procedimentos a menos de 100% dos itens de uma população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas, proporcionando uma base razoável para o auditor concluir sobre toda a população.


Um Contador da Aeronáutica foi designado para realizar um teste de detalhes (teste substantivo) sobre o saldo da conta de "Estoques de Peças de Reposição de Aeronaves", que possui um valor contábil total de R$ 500 milhões, composto por milhares de itens individualizados. Dada a impossibilidade técnica de examinar 100% dos itens em tempo hábil, o auditor optou pela utilização de amostragem estatística.


Após definir a população e a unidade de amostragem, o auditor selecionou os itens, aplicou os procedimentos de auditoria e avaliou os resultados. Sua conclusão, baseada unicamente na amostra, foi de que o saldo da conta estava registrado corretamente e não continha distorções relevantes. No entanto, uma auditoria posterior e exaustiva (censo) revelou que, na realidade, havia uma distorção materialmente relevante no saldo total da conta de estoques que não foi detectada pela amostra do auditor original.


Considerando o disposto na NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria, a situação descrita evidencia a materialização do risco de


A

rejeição incorreta, que comprometeu a eficiência da auditoria ao exigir procedimentos adicionais desnecessários.


B

não amostragem, decorrente da aplicação de procedimentos de auditoria inadequados para os itens selecionados.


C

subavaliação da confiabilidade, uma vez que o auditor concluiu que os controles internos eram menos eficazes do que realmente eram.


D

aceitação incorreta, que compromete a eficácia da auditoria ao levar o auditor a emitir uma opinião inapropriada sobre a inexistência de distorções.

De acordo com as normas de auditoria, no processo de determinação da amostra, o Auditor deve levar em consideração alguns aspectos. Um deles diz respeito à expectativa do auditor em relação à quantidade de erro que a população contenha.


Em auditoria, esse aspecto é conhecido como


A

estratificação da amostra.


B

risco de amostragem.


C

erro admissível.


D

erro esperado.


E

erro tolerável.

Na auditoria, o risco de que a conclusão baseada na amostra seja inapropriada é conhecido como:


A

Risco de amostragem.


B

Risco de recálculo.


C

Risco de observação.


D

Risco de indagação.

O risco de amostragem ocorre quando as conclusões baseadas na amostra diferem da realidade da população total. Isso pode afetar tanto a eficácia quanto a eficiência da auditoria, levando a opiniões de auditoria inadequadas ou a trabalho adicional desnecessário.


C

Certo


E

Errado

Na utilização da amostragem em auditoria, o auditor verificou a existência de distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população. Nos termos da NBC TA 530 (Res. CFC nº1.222/09), essa hipótese configura a ocorrência de


A

risco de amostragem.


B

distorção tolerável.


C

anomalia.


D

risco de controle.


E

taxa de desvio.

Sabe-se que o risco de amostragem é o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria. Dessa forma, entende-se que o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido.


Desse modo, marque a alternativa que descreva o que ocorre ao tratar do tamanho do risco e da amostra:


A

quanto maior o risco, maior terá que ser o tamanho da amostra;


B

quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.


C

quanto maior o risco, mais análises com amostras menores terão que ser realizadas, tendo em vista a probabilidade de erro;


D

quanto menor o risco, menos amostra será analisada, entretanto, as amostras terão que ser maiores;


E

o tamanho da amostra independe do tamanho do risco.

Sob a ótica das Normas Brasileiras de Auditoria em vigor, assinale a alternativa INCORRETA quanto aos procedimentos de auditoria.


A

Procedimento analítico significa avaliações de informações contábeis por meio de análise das relações plausíveis entre dados financeiros e não financeiros. Procedimentos analíticos compreendem, também, o exame necessário de flutuações ou relações identificadas que são inconsistentes com outras informações relevantes ou que diferem significativamente dos valores esperados.


B

Os procedimentos analíticos e a indagação são vistos como suficientes e apropriados, por si só, para embasar a opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis como um todo.


C

Risco de amostragem é o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.


D

Solicitação de confirmação negativa é a solicitação de que a parte que confirma responda diretamente ao auditor somente se discorda das informações fornecidas na solicitação.


E

No âmbito da amostragem em auditoria, Anomalia é a distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população.

Em algumas situações, o auditor independente pode decidir usar amostragem na execução de procedimentos de auditoria. A respeito das disposições da NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria, analise os itens a seguir.


I- Amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite o auditor concluir toda a população.

II- Risco de amostragem é o risco de que o auditor chegue a uma conclusão errônea, exceto no caso de teste de controles, em que os controles são considerados mais eficazes do que realmente são ou no caso de teste de detalhes, em que não seja identificada distorção relevante, quando, na verdade, ela existe.

III- O auditor deve investigar a natureza e a causa de quaisquer desvios ou distorções identificados e avaliar o possível efeito causado por eles na finalidade do procedimento de auditoria e em outras áreas de auditoria.

IV- A amostragem de auditoria permite que o auditor obtenha e avalie a evidência de auditoria em relação a algumas características dos itens selecionados, podendo ser aplicada usando apenas a abordagem de amostragem estatística.


É CORRETO o que se afirma em:


A

II e III apenas.


B

I, II e IV apenas.


C

I e III apenas.


D

I e IV apenas.


E

I, II, III e IV.

O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido. Quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.


C

Certo


E

Errado

Considere a seguinte situação hipotética:


Um auditor fiscal pretende examinar a conta contábil do ativo “Duplicatas a receber”, que registra os valores a receber de clientes, em uma determinada data, referentes às vendas a prazo da Companhia Golfinho. Para não ter de examinar os valores a receber da lista de aproximadamente 1.000 clientes da companhia, o auditor fiscal planeja aplicar procedimentos de auditoria em uma amostra de valores a receber dessa lista de clientes. Contudo, o auditor fiscal tem conhecimento de que a aplicação de procedimentos de auditoria em uma amostra de valores a receber da lista de clientes da companhia Golfinho apresenta um risco de amostragem, que é o risco de que a conclusão do auditor fiscal, com base na amostra, possa ser diferente se todos os valores a receber da lista de clientes fossem sujeitos ao mesmo procedimento de auditoria. O auditor fiscal sabe que o nível de risco de amostragem que ele está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido.


Nesse caso, quanto menor o nível de risco de amostragem que o auditor fiscal está disposto a aceitar:


A

Menor deve ser a quantidade de valores a receber da lista de clientes sujeitos à aplicação do procedimento de auditoria.


B

Menor deve ser a quantidade de cruzamentos entre a conta contábil do ativo “Duplicatas a receber” e o tamanho da amostra.


C

Maior deve ser o tamanho da população (valores a receber da lista de clientes) que deve fazer parte da conta contábil do ativo.


D

Maior deve ser o tamanho da amostra, ou seja, a quantidade de valores a receber da lista de clientes a serem examinados.


E

Maior deve ser o intervalo de tempo a ser examinado e, consequentemente, menor o tamanho da amostra de valores a receber da lista de clientes.

Determinado auditor, ao realizar uma auditoria, tem receio de emitir uma opinião baseada em amostra que não representa a realidade. Nesse caso, é correto se falar que se está diante:


A

Do risco de direção.


B

Do risco de controle.


C

Do risco de amostragem.


D

Do risco de detecção.


E

Do risco de apuração.

O risco de aceitação incorreta é um risco de amostragem em auditoria que ocorre quando


A

identifica-se distorção relevante, quando não existe.


B

incorpora-se uma variável de análise irrelevante.


C

não se identifica distorção relevante, embora exista.


D

omite-se uma variável de análise relevante.


E

o tamanho da amostra extraída é pequeno, tornando viesados os resultados obtidos.

Assinale a alternativa que traz a definição correta de “risco de amostragem” no contexto de uma auditoria.


A

É o risco de que um auditor emita uma opinião incorreta sobre as demonstrações financeiras de uma organização.


B

É o risco de que uma conclusão incorreta seja tirada com base em uma amostra de transações ou dados, em vez de examinar todas as transações ou dados disponíveis.


C

Consiste na decisão de rejeitar uma hipótese nula, quando de fato tal hipótese se mostra como verdadeira.


D

Consiste na decisão de não rejeitar uma hipótese nula, quando, na realidade, tal hipótese se mostra falsa.


E

Consiste no valor calculado com base na metodologia de valor em risco, que identifica a perda máxima esperada de um investimento realizado.

Sobre a amostragem em auditoria, considerando as disposições da NBC TA 530/2009, analise as assertivas abaixo:


I. Risco de abordagem é o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.

II. Em circunstâncias extremamente raras, quando o auditor considera que uma distorção ou um desvio descobertos na amostra são anomalias, deve obter um reduzido grau de certeza de que essa distorção ou esse desvio não sejam representativos da população.

III. O auditor deve selecionar itens para a amostragem de forma que cada unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser selecionada.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas II.


C

Apenas III.


D

Apenas I e II.


E

I, II e III.

Um dos aspectos mais importantes no planejamento do trabalho do auditor é a definição da amostra que será auditada, de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite ao auditor uma conclusão sobre toda a população. De qualquer maneira, haverá o chamado risco de amostragem, sobre o qual é correto afirmar que:


A

As conclusões errôneas decorrentes do risco de amostragem não afetam a eficiência da auditoria porque elas normalmente não levariam a um trabalho adicional para estabelecer que as conclusões iniciais estavam incorretas.


B

Uma das conclusões errôneas a que o risco de amostragem pode levar ocorre no caso do teste de controles, em que os controles são considerados mais eficazes do que realmente são ou no caso do teste de detalhes, em que não seja identificada distorção relevante, quando, na verdade, ela existe.


C

O auditor deve determinar o tamanho de amostra suficiente para eliminar o risco de amostragem.


D

Risco de amostragem é o risco de que a conclusão do auditor, com base em amostra, pudesse ser melhor do que se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.


E

O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar não afeta o tamanho da amostra exigido.

A NBC TA 530 refere-se à norma que deve ser aplicada quando o auditor independente decide usar a amostragem na execução de procedimentos de auditoria. Nesse sentido, quanto ao tamanho da amostra, pode-se dizer que


A

o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar não afeta o tamanho da amostra exigido.


B

o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido e, quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.


C

o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido e, quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.


D

o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido e, quanto maior o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.


E

o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido, sendo o risco, proporcionalmente, maior ou igual ao tamanho da amostra.

 
 
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