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Leia o fragmento:
“As tecnologias não são máquinas apenas - ganharam um novo papel, humanizador, com as preocupações da interação homem-máquina e a socialização do conhecimento, e passam a ser um poderoso instrumento político, educacional e social, voltado à formação da cidadania, além da inclusão digital e informacional e a informação para usuários portadores de deficiências. Em decorrência dessa “virada sociológica”, a competência em informação e a informação para usuários com necessidades especiais conquistam maior espaço na ciência da informação.” (PINHEIRO, Lena Vania Ribeiro. Fronteiras e horizontes da pesquisa em ciência da informação no brasil. In: Fronteiras da ciência da informação, 2013, p.25.)
Estabelecendo uma analogia entre o fragmento acima com o tema “uso de tecnologias em ambientes informacionais”, pode-se inferir que as bibliotecas, como instituições intermediadoras entre a informação e o usuário, também precisam ter um papel humanizador, adotando tecnologias voltadas ao atendimento de portadores de deficiências.
Essas tecnologias, no contexto das bibliotecas vêm sendo denominadas:
acessíveis.
interativas.
humanizadora.
assistivas.
assistencialista.