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As normas e códigos de catalogação têm sido norteadas desde a década de 1960 pelos princípios de Paris. Com o advento dos modelos conceituais desenvolvidos pela IFLA, essa declaração tem sido continuamente atualizada estando em sua versão mais recente, lançada em 2016. A atual Declaração de Princípios de catalogação traz 13 princípios básicos que toda norma, regra ou código de catalogação deve observar. Com base na declaração de 2016, qual é a definição do princípio “RACIONALIDADE”?
As restrições aos dados devem ser mínimas a fim de fomentar a transparência e cumprir com os princípios de acesso aberto, como também é manifestado na Declaração da IFLA sobre o acesso aberto.
As regras de um código de catalogação deverão ser defendíveis e não arbitrárias. Se não é possível respeitar todos os princípios, então se deverá adotar uma solução prática e defendível.
As descrições para todo o tipo de recursos e formas controladas dos nomes de qualquer tipo de entidade deverão se basear o máximo possível em um conjunto de regras comum.
Quando existem diferentes vias para conseguir um objetivo, deve-se preferir o meio que melhor favoreça a total conveniência e sentido prático, isto é, o menor custo e implementação mais simples.