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Tanto em gimnospermas como nas angiospermas, a retenção do megásporo é denominado endosporia, é um prerrequisito essencial para o desenvolvimento da semente.
Todas as afirmativas abaixo em relação à anatomia da semente estão corretas, exceto:
Em angiospermas, ocorre dupla fecundação. Um dos gametas masculinos se une ao núcleo da oosfera, dando origem ao zigoto diploide e posteriormente ao embrião, enquanto o outro gameta masculino se funde com os dois núcleos polares do saco embrionário, dando origem ao endosperma triploide.
Em sementes bitegumentadas estão presentes a testa (tegumento interno) e o tégmen (tegumento externo). No ápice de cada tegumento a micrópila pode ser vista, superficialmente, como um pequeno poro, ou ser fechada.
Na maioria das sementes de angiospermas, envolvendo o embrião, se encontra o endosperma, que pode permanecer na semente madura sendo denominada semente albuminosa ou ser total ou parcialmente consumido pelo embrião em desenvolvimento sendo denominada semente exalbuminosa.
Uma semente de gimnosperma é uma combinação de duas gerações esporofíticas e uma gametofítica: o envoltório da semente é diploide e representa uma parte do esporófito prévio; o tecido nutritivo constitui o gametófito feminino haploide, e o embrião, a nova geração esporofítica diploide.
O óvulo anátropo, que ocorre em cerca de 80% das famílias de angiospermas, geralmente dá origem à semente anátropa, na qual o hilo está situado próximo à micrópila, a rafe e a anti-rafe equivalem em extensão e o embrião é reto.