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De acordo com Fiuza e colaboradores (2015), no livro História da Ciência e Ensino: Fontes Primárias e Propostas Para Sala de Aula, “É comum encontrarmos na maioria dos currículos brasileiros de Biologia no Ensino Médio o tema genética mendeliana parecendo funcionar como um pré-requisito para o ensino de evolução. Somente depois a evolução é ensinada, utilizando-se de conceitos abstratos baseados em genética.” Para os autores, é correto afirmar que:
O ensino de forma cronológica do tema seria mais apropriado, uma vez que Mendel precedeu Darwin em teorizar a herança de características.
O ensino de evolução de forma cronológica permite uma visão mais sólida do ponto de vista cronológico e epistemológico.
O ensino de forma cronológica não é recomendado pelos autores, uma vez que passaria uma imagem pejorativa de Darwin e sua teoria da Pangênese.
O ensino de forma cronológica ajudaria os estudantes a entenderem as origens científicas da eugenia, ideia amplamente defendida por Darwin.
O ensino de forma cronológica do tema seria uma forma pertinente de apresentar os experimentos de Galton, realizados com ouriços, para demonstrar a Pangênese.