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Análises de livros didáticos brasileiros indicam que há muitos problemas na apresentação dos temas sobre serpentes peçonhentas e acidentes ofídicos. Os principais erros conceituais estão relacionados à biologia das serpentes, identificação e diferenciação de peçonhentas e não-peçonhentas, modo inadequado de atendimento ao acidentado ofídico e uso de conceitos antropocêntricos.
A partir deste contexto, é CORRETO afirmar que os livros brasileiros deveriam apresentar:
as serpentes áglifas e opistóglifas que possuem glândulas produtoras de veneno como animais com potencial para provocar acidentes com envenenamento.
as serpentes solenóglifas e proteróglifas peçonhentas, a partir de características como: cabeça triangular, olhos com pupila em fenda vertical, presença de fosseta loreal, cauda curta.
as serpentes áglifas não-peçonhentas, a partir de características como cabeça arredondada, olhos com pupila redonda, ausência de fosseta loreal, cauda longa.
as picadas de serpentes devem ser tratadas incialmente com a incisão de pequenos furos ao seu redor, seguida de sucção para a tentativa de remoção o veneno.
as picadas de serpentes em braços e pernas devem ser tratadas inicialmente com torniquetes logo acima da mordida para evitar a rápida circulação do veneno.