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Nas análises de paternidade ou em casos criminais, o conhecimento da frequência gênica dos marcadores genéticos estudados para a população a qual pertencem os periciandos é fundamental para a correta inferência de parâmetros estatísticos empregados nestes exames, tais como: Índice de Paternidade (IP), Probabilidade de Paternidade (PP), Poder de Discriminação (PD), Poder de Exclusão (PE), entre outros. Nesse contexto, quanto mais frequente um alelo na população:
Maior a sua capacidade de discriminar uma pessoa de outra através dos testes estatísticos.
Maior o índice de paternidade obtido com esse alelo em um caso de comparação de vínculo de parentesco genético.
Menor a probabilidade de paternidade obtida com esse alelo em um caso de comparação de vínculo de parentesco genético.
Maior o índice de paternidade e menor a probabilidade de paternidade obtida com esse alelo em um caso de comparação de vínculo de parentesco genético.
A frequência dos alelos não interfere nos cálculos de vínculo genético.