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O exame de urina constitui um recurso laboratorial de largo emprego na clínica, sendo capaz de fornecer valiosos elementos à elucidação diagnóstica. Sobre urinálise, todas as alternativas estão corretas, exceto:
Para exame parcial de rotina, visando à pesquisa de substâncias anormais e ao exame do sedimento (EAS), deve-se coletar a primeira micção da manhã, já que fornece amostra relativamente volumosa e bem conservada.
A cor da urina varia normalmente de amarelo-citrino a amarelo-avermelhado, conforme o grau de concentração, que depende, principalmente de 2 (dois) pigmentos: urocromo e urobilina.
Normalmente, elimina-se pela urina quantidade insignificante de proteína, não demonstrável pelos meios habituais de exame. Em condições patológicas, a albuminúria pode oscilar dede 200mg até 50g por litro, excepcionalmente.
A presença de cilindros hialinos no sedimento urinário é quase patognomônico da glomerulonefrite crônica, nefrosclerose e amiloidose renal, representando sempre sinal de gravidade.
Em condições normais, o número de hemácias no sedimento urinário não deve exceder, pela técnica habitual, a duas ou três por campo microscópico de grande aumento.