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No diagnóstico laboratorial da sífilis, um dos testes mais utilizados é o VDRL. Em um desses testes, um técnico realizou o seguinte procedimento: colocou 100 μL de solução salina (0,9%) em 5 tubos; a seguir, adicionou 100 L μ do soro a ser testado ao primeiro tubo, homogeneizou, e transferiu 100 μL da mistura desse tubo para o tubo 2 e, assim, sucessivamente, até o tubo 5. A seguir, transferiu alíquotas das diluições de soro feitas para uma placa escavada e adicionou a cada diluição uma alíquota da suspensão antigênica. Ao observar a placa ao microscópio, o técnico obteve os seguintes resultados:
Tubos | Resultado |
1 | Presença de agregados médios |
2 | Presença de agregados médios |
3 | Presença de agregados médios |
4 | Presença de agregados finos |
5 | Ausência de agregados |
Considerando esses resultados, é correto afirmar que
ocorreu o fenômeno de prozona: deve-se diluir mais o soro e repetir o teste nessas novas diluições.
os tubos 1 a 3 são reagentes e o 4 apresentou resultado duvidoso: o teste deverá ser repetido.
os tubos 1 a 3 são reagentes, o tubo 4 fracamente reagente, e o título do soro é 1: 8.
os tubos 1 a 3 são reagentes, os tubos 4 e 5 são não reagentes, e o título do soro é 1: 6.
os tubos 1 a 4 são reagentes, o tubo 5 é não reagente, e o título do soro é 1:16.