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Devido à importância dos insetos em relação à biodiversidade, controle de pragas, doenças ambientais e saúde humana, dentre outros aspectos, as coleções entomológicas desempenham papel essencial. Essas coleções apresentam a maioria dos insetos conservados a seco: alfinetados, devidamente etiquetados e armazenados em caixas. Em relação ao processo de conservação a seco, é correto afirmar:
Após montados em alfinetes, os exemplares recebem pelo menos duas etiquetas: a primeira etiqueta fornece as informações do acrônimo da coleção e número de tombo; a segunda contém o nome da localidade onde o exemplar foi coletado, as coordenadas geográficas, altitude e data de coleta.
Os insetos só podem ser alfinetados individualmente: cada exemplar alfinetado recebe duas etiquetas, independentemente do tamanho do inseto.
Cada inseto deve receber duas etiquetas após sua montagem: a primeira fornece sua classificação taxonômica, e a segunda recebe as coordenadas geográficas da localidade onde foi coletado, e o tipo de armadilha utilizada para captura.
A classificação taxonômica do inseto é feita antes da montagem do exemplar. O taxonomista irá analisar o indivíduo, e o responsável pela montagem registrará os dados taxonômicos em uma das etiquetas ao montar o exemplar.
Se o inseto apresentar um tamanho relativamente grande, sua montagem é feita com a ajuda de dois alfinetes, um no tórax e o outro no final do abdômen, processo que chamamos de dupla montagem.