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Brandão et al. (2021) explicam que, nos séculos XVIII e XIX, os museus de história natural abrigavam coleções que valorizavam a preservação de exemplares tipo das espécies e possuíam, portanto, espaço limitado para suas coleções. E que a partir do início do século XX essa lógica se inverteu e os museus começaram a abrigar coleções cada vez maiores com muitos exemplares (além dos tipos) representativos de sua variabilidade espacial e temporal. Segundo Brandão et al. (2021) quais foram as razões para essa mudança de postura nos museus de história natural entre os séculos XVIII-XIX e início do século XX?
A teoria evolutiva de Lamarck, o conceito tipológico de espécie, a segunda edição do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica e a revolução evo-devo.
A teoria evolutiva de Lamarck, o conceito tipológico de espécie, a teoria da Tectônica de Placas e a genética de populações.
A teoria evolutiva de Darwin-Wallace, o conceito filogenético de espécie, a sistemática filogenética e a revolução evo-devo.
A teoria evolutiva de Darwin-Wallace, o conceito filogenético de espécie, a sistemática filogenética e a genética de populações.
A teoria evolutiva de Darwin-Wallace, o conceito biológico de espécie, a síntese evolutiva moderna e a genética de populações.