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As enchentes catastróficas que assolaram o Rio Grande do Sul entre abril e maio de 2024 trouxeram à tona a vulnerabilidade da região diante de fenômenos climáticos extremos. As chuvas recordes afetaram cerca de 90% do estado e 2,3 milhões de pessoas, com 640 mil delas perdendo suas casas. Um estudo publicado por pesquisadores de diversos países projeta que eventos desta categoria na região se tornarão mais frequentes e intensos no futuro.
Fonte: https://noticias.ufsc.br (Acesso 27.06.24)
A tragédia no Rio Grande do Sul é um exemplo recente que evidencia como eventos climáticos extremos se tornaram mais comuns e intensos. Sobre esse assunto, marque a alternativa incorreta:
A mudança do clima associada à ação humana amplifica o efeito do El Niño e as chuvas extraordinariamente intensas acontecem.
O desmatamento impacta negativamente o equilíbrio climático, o ciclo das chuvas e, portanto, é emergencial reduzir as taxas atuais de perda de vegetação nativa.
Os eventos climáticos extremos não são resultantes das emissões de gases de efeito estufa que foram lançadas recentemente na atmosfera.
O aumento da temperatura média do planeta pelos gases de efeito estufa aumenta a evaporação da água e diminui a umidade na atmosfera, fenômeno que causa chuvas mais abundantes.
Os eventos climáticos e meteorológicos extremos, geralmente, são classificados como de origem hidrológica, geológicos ou geofísicos, meteorológicos e climatológicos.