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Teleósteos (peixes ósseos) de água doce e salgada enfrentam diferentes problemas osmóticos. Enquanto um teleósteo de água doce é hipertônico em relação ao seu ambiente, o teleósteo marinho é hipotônico em relação à água do mar.

Fonte: Fisiologia animal comparada / Odival Cezar Gasparotto [et al.]. - Florianópolis: BIOLOGIA/EAD/UFSC, 2011.
O problema da perda da água nos teleósteos marinhos é resolvido através dos seguintes mecanismos:
Bebem água salgada e eliminam por transporte ativo os íons cloreto em excesso, primeiramente através do epitélio das brânquias e, secundariamente, pelos rins.
Excretam uma urina concentrada, evitam ingerir água e reabsorvem íons através dos néfrons.
Os íons são absorvidos pela brânquias e bexiga urinária e o excesso de água é eliminado pela urina.
Aumentam a absorção dos íons Na+ e Cl−, absorvidos em excesso para permitir a excreção de água.
Convivem com uma constante perda de água por osmose e perda de íons por difusão, processos que impedem o gasto de energia.