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Uma mulher de 60 anos foi diagnosticada com linfoma não Hodgkin e apresenta linfadenomegalia generalizada e fadiga crônica. A biópsia do linfonodo revelou proliferação de células B malignas e testes indicam hipogamaglobulinemia. Qual é o impacto da hipogamaglobulinemia associada ao linfoma na imunidade do paciente?
A hipogamaglobulinemia compromete a produção de anticorpos específicos pelas células B, reduzindo a capacidade de neutralizar patógenos e aumentando o risco de infecções bacterianas graves.
A hipogamaglobulinemia leva à ativação excessiva de células T reguladoras, que suprimem a resposta imune e contribuem para o crescimento do tumor.
A deficiência na produção de imunoglobulinas promove a ativação de macrófagos, que exacerbam a inflamação crônica e pioram a progressão do linfoma.
A hipogamaglobulinemia reduz a produção de citocinas inflamatórias pelas células B, prejudicando o recrutamento de neutrófilos para locais de infecção.
A hipogamaglobulinemia causa a hiperativação de linfócitos T citotóxicos, que atacam as células malignas, mas ao custo de maior suscetibilidade a doenças autoimunes.