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Um zoólogo realizou um estudo filogenético de uma família de invertebrados e identificou que um gênero, com várias espécies, está dividido em dois ramos não contíguos na árvore. O primeiro, com a maioria das espécies, está próximo à base da árvore. O segundo, representado por uma única espécie, está isolado em um ramo distante — e essa espécie é justamente a espécie-tipo do gênero. Como deve proceder o pesquisador, segundo os princípios do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica (ICZN)?
Invalidar esse gênero e criar dois nomes novos, um para cada ramo.
Considerar o nome do gênero apenas para o ramo mais basal, e renomear o ramo isolado com uma única espécie.
Considerar o nome do gênero apenas para o ramo com mais espécies, e renomear o ramo isolado que apresenta apenas uma única espécie.
Considerar o nome do gênero apenas para o ramo que apresenta a espécie-tipo, mesmo que isolado, e renomear o ramo mais basal, mesmo com mais espécies.
Manter ambos os ramos no mesmo gênero, pois é possível que a filogenia esteja errada.


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