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A fauna sinantrópica compreende espécies que, muitas vezes representam riscos à saúde pública. O conhecimento da biologia dessas espécies é essencial para o desenvolvimento de estratégias eficazes de manejo integrado, que priorizem a redução de riscos sem causar desequilíbrios ambientais.
Sobre a fauna sinantrópica e seu manejo, afirma-se corretamente que
pombos urbanos podem abrigar agentes infecciosos, exigindo medidas de controle que respeitem normas sanitárias e ambientais.
o uso de venenos é sempre a primeira escolha nas ações de controle, independentemente do tipo de animal sinantrópico envolvido.
baratas e roedores podem transmitir algumas doenças, mas seu controle não é prioritário em ambientes urbanos, pois raramente representam risco significativo à saúde pública.
o manejo integrado exclui a necessidade de diagnóstico ambiental e não considera fatores como acesso a abrigo e alimento.
animais sinantrópicos só causam problemas em áreas rurais, sem relevância para a saúde pública em centros urbanos.