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Em uma cadeia alimentar hipotética presente no Rio Grande do Sul, com muitos níveis tróficos, como plantas (ex.: capim), insetos herbívoros (ex.: gafanhotos), pequenos mamíferos (ex.: roedores), aves predadoras (ex.: gavião) e carnívoros de topo (ex.: onças), a quantidade de energia disponível para os níveis superiores é progressivamente menor, o que torna a cadeia alimentar com muitos níveis tróficos inviável. O motivo dessa limitação, é explicado pela
primeira lei da termodinâmica, pois a energia não pode ser criada nem destruída, mas transforma-se entre os níveis tróficos e se acumula no último nível.
segunda lei da termodinâmica, pois, a cada transferência de energia entre os níveis tróficos, ocorre uma perda significativa de energia sob a forma de calor, o que limita o número de níveis tróficos viáveis.
lei da conservação da massa, pois a energia não é dissipada em cada nível trófico, mas simplesmente transferida de um organismo para outro, sem perdas.
teoria da entropia máxima, pois, à medida que a energia avança pelos níveis tróficos, a entropia do sistema aumenta, permitindo mais níveis na cadeia alimentar.
lei de Péclet, que estabelece que a energia disponível nas cadeias alimentares aumenta à medida que se passa de um nível trófico para outro.