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A maioria dos materiais infecciosos, como pus, escarro e urina, contém diversos tipos de bactérias da mesma forma que amostras de solo, água ou alimento. Quando esses materiais são semeados na superfície de um meio sólido, as colônias formam cópias exatas do organismo original. Uma colônia visível teoricamente vem de um único esporo ou célula vegetativa, ou de um grupo dos mesmos microrganismos ligados uns aos outros em agregados ou cadeias. As estimativas são de que apenas cerca de 1% das bactérias nos ecossistemas produzem colônias por métodos de cultura convencionais. As colônias microbianas frequentemente têm uma aparência distinta, o que permite diferenciar um microrganismo do outro. Na atualidade, existem diferentes ensaios disponíveis comercialmente para o diagnóstico de infecções bacterianas. Sobre esses ensaios, assinale a alternativa INCORRETA.
A associação do diagnóstico molecular com ressonância magnética miniaturizada deu origem recentemente a uma nova tecnologia chamada ressonância magnética T2.
Tecnologias baseadas em amplificação de ácidos nucleicos fornecem uma ferramenta ineficaz para a identificação de patógenos.
Uma fragilidade de desempenho das tecnologias baseadas em amplificação de ácidos nucleicos é o impacto da carga bacteriana na amostra e a presença de inibidores de PCR nas amostras.
O T2MR é um sistema de ressonância magnética automatizado que possui aprovação para uso nos EUA e na Europa.
No T2MR, o DNA microbiano amplificado por PCR liga-se por hibridização a sondas enriquecidas com nanopartículas superparamagnéticas, que permitem a detecção e identificação dos amplicons por alterações no sinal magnético.