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Considerando o conceito de alterização apresentado no Texto 1, a intersecção entre o caso de Henrietta Lacks e Imane Khelif pode ser identificada na(s)
práticas científicas inseridas em uma cultura de segregação e marginalização das pessoas consideradas anormais e inferiores expressas nos dois casos: de Henrietta e de Imane Khelif.
perenidade da utilização da aparência supostamente masculinizada de mulheres para administração de testes de classificação de gênero, uma vez que mais de sete décadas separam os casos Henrietta e Imane Khelif.
instrumentalização da prática científica para fins de produção de sistemas legais de segregação de raça (caso Henrietta) e de gênero (caso Imane Khelif).
prática do discurso pseudocientífico para justificar sistemas legais de segregação de raça (caso Henrietta) e de gênero (caso Imane Khelif).