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Considerando a herança ligada ao cromossomo X e a complexidade das discussões bioéticas levantadas pelo caso KJ sobre manipulação genética, qual afirmação apresenta a conclusão correta dos estudantes sobre a prole desse casal e as implicações envolvidas?
Independentemente do sexo, cada filho(a) desse casal terá 50% de chance de ser hemofílico(a). A intervenção com terapia CRISPR, em qualquer estágio gestacional, é eticamente aceitável, pois visa a cura de uma doença.
Os filhos do sexo masculino desse casal têm 25% de chances de serem afetados pela condição, o que é comum em doenças ligadas ao cromossomo X. A principal preocupação ética da comunidade científica é a imprevisibilidade dos efeitos a longo prazo da edição genética em humanos, o que desaconselha a aplicação da CRISPR nesse caso.
Independentemente do sexo, as crianças desse casal têm 50% de chances de não apresentarem a condição. A possibilidade de edição gênica para correção da mutação em embriões viáveis levanta questões bioéticas sobre o “descarte” de embriões afetados e a busca por um “bebê perfeito”.
Todas as filhas desse casal serão obrigatoriamente não portadoras, enquanto 50% dos filhos terão a condição. A terapia gênica para a hemofilia, se aplicada aos filhos, elimina completamente a condição, mas não altera a probabilidade de as filhas serem portadoras.