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Em um RT-qPCR one-step para vírus de RNA em swab...

Em um RT-qPCR one-step para vírus de RNA em swab nasofaríngeo, o ensaio inclui: alvo viral, controle interno de amplificação (IAC) e controle de extração (CE, RNA exógeno adicionado antes da lise). Curva em tampão: inclinação −3,32 (R²=0,999), Ct do IAC 28,0±0,2 e CE dentro do esperado. Em extratos clínicos: inclinação −3,70 (R²=0,996), Ct do IAC deslocado +1,8 ciclos e recuperação do CE ~60% do previsto. Após diluição 1:4 do extrato e uso de RNA carreador no protocolo, a curva melhora para inclinação −3,36 (R²=0,998), o IAC passa a +0,6 ciclo e a recuperação do CE ~75%; no ponto 10⁻⁴ ainda ocorre falha do alvo em 1/3 das réplicas. Qual conclusão/conduta é mais consistente com a avaliação da eficiência diante de inibição residual e do uso de CE?


A

Concluir que a inibição foi resolvida, aplicar eficiência de 100% ao cálculo e manter o limite de detecção (LoD) inalterado.


B

Reconhecer inibição residual em baixa carga, indicada por deslocamento do IAC >1 ciclo e recuperação do CE <80%; padronizar a diluição 1:4 na rotina, usar a eficiência específica da matriz (~98%) para quantificação, revisar limites de quantificação e detecção (LoQ/LoD) e manter critérios de aceitação do IAC por amostra.


C

Atribuir a perda de eficiência a dímeros de primers, reduzir a temperatura de anelamento e suprimir o CE para maximizar sensibilidade.


D

Adotar slope universal −3,32 para todas as matrizes e repetir amostras quando R²<0,95, descartando o efeito de matriz observado.