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Em 1864, o alemão Antonin Prandtl (1842 – 1809) desenvolveu o primeiro separador mecânico que usava a força centrífuga, um equipamento rústico que continha baldes presos a hastes conectadas a um rotor de operação manual. A principal aplicação desse equipamento, na época, era separar o leite da nata no processo de produção do queijo. Por volta de 1880, as centrífugas chegam aos laboratórios de ensino e pesquisa, com o objetivo de reduzir o tempo gasto em procedimentos que exigiam etapas de filtração.
FONTE: BASTOS, A. R.; AFONSO, J. C. Separação sólido-líquido: centrífugas e papeis de filtro. Química Nova, v. 38, n. 5, 2015.
Tanto a filtração como a centrifugação são métodos de separação bastante utilizados em laboratório. Sobre tais métodos, está correto o que se afirma na alternativa:
Na filtração, os poros dos filtros devem ser maiores que o tamanho das partículas a serem filtradas.
Existem diferentes métodos de filtração, sendo o mais tradicional a filtração por ação da gravidade.
A temperatura da solução e o tipo de precipitado não interferem na velocidade da filtração.
A centrifugação é utilização na separação de sólidos em suspensão em líquidos, mas não separa líquidos imiscíveis entre si.
As centrífugas variam em tamanho mas não em velocidade, pois seu uso depende da quantidade de substâncias a serem separadas.


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